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Tutores contam histórias de superação de seus animais de estimação

26 de setembro de 2010
3 min. de leitura
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Tutores contam histórias de superação de seus bichinhos, e como os animais superaram o abandono e maus-tratos.


Foto: Patrycia dos Santos/VC no G1


Zeus é um gato com deficiência. Ele anda com dificuldade por causa de um problema na pata inferior direita. Não se sabe ao certo se foi atropelado ou vítima de agressão. É um gato lindo, muito brincalhão e esperto! Ele ficou mais caseiro depois que sofreu o trauma e nos dá muita alegria em casa!

Patrycia dos Santos, Maringá, PR


Foto: Ulisses do Nascimento Vicente da Silva/VC no G1


Meu labrador, Simão, cão utilizado como guia de cegos e farejador, que ficou cego aos 6 anos. Tentamos realizar exames e cirurgias, porém fomos informados que seriam em vão. Hoje o Simão está totalmente adaptado e quem não o conhece não diz que ele é cego.

Ulisses do Nascimento Vicente da Silva, São Gonçalo, RJ

Há 7 anos, apareceu na porta de minha casa um lindo labrador amarelo, o Lucky. Quando ele entrou em disparado para dentro de minha casa que percebi que ele tinha um problema na perna traseira. No dia seguinte o levei ao veterinário e foi constatado que ele estava com a perna quebrada há muito tempo e não houve a calcificação correta dos ossos. Então fizemos a cirurgia, onde ele colocou pinos e enxerto de osso. Hoje ele é um cachorro feliz, apesar do problema da patinha e muito agitado e todos amamos ele demais. Costumamos dizer que ele é nosso anjo de quatro patas. O nome Lucky se dá à sorte que ele teve de encontrar nós em seu caminho, dou todo amor possível a ele e aos meus outros três cachorros!!

Flávia Rodrigues Pereira, São Bernardo do Campo, SP


Foto: Gabriela Maria Negreiros Albuquerque/VC no G1


Após ser vítima de um atropelamento, minha cachorrinha Dolly -uma poodle que na época tinha 11 anos- teve um deslocamento na bacia e fraturas múltiplas. O veterinário para o qual a levamos disse que não podia ser feito muita coisa, tendo em vista a idade do cão e a gravidade do acidente, e que a possibilidade do animal voltar a andar era muito remota. Apesar de tristes, fizemos o possível para animar a Dolly, que ficou com falta de apetite e melancólica, levando-a para passear nos seus locais preferidos mesmo que no colo , e sempre conversando e dando muito carinho. No entanto a grande surpresa foi que em um mês e meio- no dia do meu aniversário- a Dolly voltou a andar normalmente. Foi um momento de grande alegria vê-la andando sem nenhum tipo de sequela. Logo, para quem passar por situação semelhante, é essencial acreditar na capacidade de recuperação do seu animalzinho. Com amor e carinho ele poderá ficar tão saudável quanto antes.”

Gabriela Maria Negreiros Albuquerque, Niterói, RJ


Foto: Janaina Razera Fortes/VC no G1


Vitória é uma gatinha que apareceu na minha casa com apenas um mês de vida e com os dois olhos furados. Minha família se comoveu e adotamos Vivi. Hoje ela está com seis meses, e apesar de suas dificuldades e limitações ela esta muito feliz e nós também porque amamos ela.

Janaina Razera Fortes, Dionísio Cerqueira, SC

Fonte: G1


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