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Primeiros socorros

Saiba como ajudar gatos feridos ou doentes

08 de fevereiro de 2010 às 11:16



Foto: Reprodução/Catarina de Todos Nós



Por nos depararmos tantas vezes com um animal ferido na rua ou porque o nosso bichano também, não raras vezes, pode apresentar ferimentos preocupantes, seguem algumas dicas:
 
Como se aproximar de um gato ferido?
  
A aproximação de um gato (ou qualquer outro animal) ferido deve ser feita com cuidado, pois o fato de estar assustado e sofrendo pode desencadear nele reações de defesa que podem levá-lo a nos morder ou arranhar. 

1º Verifique se o animal está consciente ou inconsciente. Caso esteja inconsciente , mas respire, deite-o sobre seu lado direito, com a cabeça inclinada para trás e ligeiramente mais elevada em relação ao corpo, além de cobrir o animal para manter sua temperatura corporal. Se o animal não respira tente a reanimação boca-nariz (a sério!) e leve-o de imediato ao veterinário. 

2º Veja se o animal está sangrando ou se há sangue no chão. Para estancar uma hemorragia externa pressione diretamente o local da ferida, coloque um pano com gelo no ferimento ou faça uma atadura no local, com força. Se a hemorragia não estancar, leve o animal ao veterinário imediatamente, tentando manter o gato o mais imóvel possível. 

3º Observe se há ferimentos como queimaduras, golpes, perfurações, contusões ou ossos partidos. Como primeiro socorro e caso trate-se de um ferimento superficial, use água ou água oxigenada para limpar a ferida. Quando estiver limpa e seca, aplique uma pomada ou pó antibiótico e cubra a ferida com uma gaze porque os bichanos tendem a lambê-las, prejudicando a cicatrização.

4º Verifique a respiração do animal – se é normal, difícil (rápida ou curta) ou inexistente. Para proceder a reanimação em caso de o animal não respirar, deite-o sobre o lado direito e incline sua cabeça para trás, mantendo a boca fechada. Coloque uma compressa sobre o nariz do animal (por uma questão de higiene) e empurre o ar para dentro algumas (poucas) vezes, tendo em conta que o bichinho tem uma capacidade pulmonar pequena (20 a 30 respirações por minuto).

5º Se o animal estiver em estado de choque, prostrado, com pulsação fraca, gengivas descoradas, respiração rápida, corpo frio, etc, procure mantê-lo quente, cubra-o e leve-o, de imediato, ao médico.

Como tranquilizá-lo se estiver agressivo?

 É fácil verificar se um gato está agressivo, já que apresenta os seguintes sinais: sopra de boca aberta, arreganha os dentes, espeta as orelhas para trás, mostra as pupilas dilatadas, eriça o pêlo ou abana furiosamente toda a cauda. A abordagem a um animal ferido deve ser calma. Deve-se falar com ele de modo suave e quase sibilino.

Se ele não reagir mal, devemos afagá-lo na parte de trás da cabeça e “coçar-lhe” as orelhas com suavidade. Se ele estiver imóvel, ver se a posição em que se encontra é confortável e segura, deitando-o sobre o lado direito, como já foi referido.  Esta posição facilita a circulação de ar nos pulmões, impede que a língua se retraia e provoque asfixia, permite também visualizar melhor a respiração e pulsação do bichano. 

Se parecer que o animal está frio, enrole-o em um cobertor. Se parecer muito quente ou ofegante, recorra a um ventilador para refrescá-lo. 

 O que verificar em um animal ferido?

– As gengivas: se estiverem brancas ele pode estar em estado de choque ou ter alguma hemorragia interna. Vá imediatamente ao veterinário.

– Passe a mão pelo corpo do gato para ver se há alguma ferida, inchaço ou alguma dor. Veja se algum dos membros doem, se estão inchados, ou se algum está deslocado – é importante descartar a possibilidade de fratura ou deslocamento.
– Coloque o gato de pé, para ver se ele consegue andar sobre as 4 patas, ou apenas sobre 3, por exemplo. Se tremer ou miar com sofrimento, respirar com esforço, ou recusar-se a fazer algum movimento, leve-o ao veterinário, coberto por um cobertor – por causa do choque. 

– Como nota final, é importante saber qual é a forma adequada de segurar um gato. De um modo geral, segurá-lo pela pele do pescoço com uma das mãos (como as mães fazem com os gatinhos, com a boca) faz com que fique imobilizado com segurança. Com a outra mão, rodeie-lhe o peito e os ombros. Se não conseguir, o melhor é envolvê-lo em um cobertor ou uma toalha, deixando exposta apenas a parte do corpo que seja necessário tratar. 

Fonte: Catarina de Todos Nós
  















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