Poluição

Dezenas de peixes são encontrados mortos no rio Cerro, em Jaraguá do Sul (SC)

Dezenas de peixes foram encontrados mortos na manhã desta quinta-feira (21/5) no leito do rio Cerro, em Jaraguá do Sul, SC. Havia espécies de jundiá, carpa e cascudo. Os animais estavam boiando nas margens do rio, que segue da direção da região oeste para o centro da cidade, onde desemboca no rio Jaraguá Esquerdo. Técnicos da Fundação Jaraguaense do Meio Ambiente (Fujama) foram avisados da situação. Eles tiraram fotografias do local e percorreram parte do leito para identificar a causa dessas mortes.
Perigo de extinção

Botos são presas fáceis da agressividade humana

Toda a docilidade e a confiança dos botos nos seres humanos são também a sua sentença de morte. 'Eles são presas fáceis para os pescadores, que estão tornando a espécie em animais em extinção. Eles matam os botos para fazer isca para a piracatinga, cuja produção é toda exportada para a Colômbia, pois é um peixe necrófago e não se come na Amazônia', explica o veterinário Anselmo Da’Fonseca.
Crime ambiental

Responsáveis por mortes de peixes e outros animais pagarão R$ 170 milhões

Em 2003, mais de 500 milhões de litros de uma substância poluente vazaram da barragem da Cataguases. O acidente afetou gravemente o rio Paraíba do Sul, que abastece mais de 20 milhões de pessoas, em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Muitos cidadãos ficaram sem água e houve uma grande mortandade de peixes e de outros animais. Os 17 responsáveis pelo acidente de Cataguases, que poluiu o Rio Paraíba do Sul em 2003, serão obrigados a pagar uma indenização de R$ 170 milhões.
Tráfico de animais

Polícia Ambiental apreende 66 aves silvestres na Grande Florianópolis

A Polícia Ambiental de Tijucas, na Grande Florianópolis, apreendeu 66 aves silvestres nativas da região na casa de um homem, na quarta-feira. Os policiais chegaram ao local após diversas denúncias anônimas e encontraram, em gaiolas, aves sem registros e sem licença. O dono dos animais, Vilson Thomas, foi multado em R$ 500 por pássaro, num total de R$ 3,3 mil. Os animais foram alimentados e na sexta-feira devem ser avaliados por biólogos e veterinários.
Faltou falar! – Paula Schuwenck

Puro distúrbio

É muito grave quando um jornal de enorme repercussão peca por falta de informação. Já deveria ter me acostumado aos absurdos da imprensa, mas ainda me assusto com matérias como a intitulada “Vegetarianismo pode esconder distúrbios alimentares em adolescentes”, publicada dia 11/05 pela Folha de S.Paulo. A primeira frase já mostra que imparcialidade passou muito longe dali.
Portugal

Pulverização de herbicida causa queimaduras em animal doméstico

No dia 6 de maio, o cão de uma moradora na rua Abel Salazar, situada atrás do Hospital de S. Bernardo, em Portugal, deitou-se, como sempre faz, em cima das ervas, junto ao moinho. Os donos, despreocupados, deixaram-no andar à vontade. Passado algum tempo, já em casa, a dona, Maria Fernanda Pacheco, reparou que a pele da barriga do animal estava em carne viva. Segundo a 'dona' do cão, houve ainda dois cães abandonados, frequentadores daquela área, que acabaram por falecer, o que, para Fernanda, está relacionado com a pulverização. “Foi um trabalho de gente irresponsável”, afirmou, acrescentando que, “se fizessem como antigamente, não haveria esses problemas e nem se contaminariam os solos”.
Estudo

Pesquisadores fazem ‘CSI’ da morte de mastodontes brasileiros

A cena do crime é um 'caldeirão' (provavelmente, um antigo lago) hoje coberto por um hotel na cidade de Araxá, em Minas Gerais. As vítimas são mastodontes sul-americanos (Stegomastodon waringi), cuja morte em massa há milênios está sendo elucidada passo a passo por uma equipe de paleontólogos. Os ossos dos paquidermes extintos dão pistas sobre todo tipo de fenômeno antes e depois da morte, como o tempo de exposição das carcaças (uns dois anos, a julgar pela presença de larvas de besouros), a idade dos animais, sua vida social e até a possível presença de caçadores humanos nas redondezas.
Descoberta

Grupo de dinossauros pode ter sobrevivido à extinção

Um grupo isolado de dinossauros de alguma maneira sobreviveu ao evento catastrófico que eliminou a maioria dos animais do gênero cerca de 65,5 milhões de anos atrás, sugere um novo estudo. Os dinossauros desse 'mundo perdido', em uma região de difícil acesso no oeste dos Estados Unidos, podem ter sobrevivido aos seus parentes condenados por até meio milhão de anos, de acordo com James Fassett, cientista emérito do Serviço de Levantamento Geológico dos Estados Unidos (USGS), em Santa Fé, Novo México.
Natureza rara

Com o crescimento das grandes cidades, animais perdem seus habitats

Com o crescimento descontrolado das cidades, a população tem cada vez menos contato com a natureza. O problema é mundial e, logicamente, Teresópolis (RJ) não poderia escapar dessa situação, mesmo sendo cercada por unidades de conservação como o Parque Estadual dos Três Picos e o Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Por causa disso, animais são sempre uma atração à parte, principalmente quando aparecem no Centro ou proximidades.
Espécie ameaçada

Cientistas identificam maior população de tartarugas-gigantes no mundo

Um grupo internacional de cientistas identificou a maior população no mundo de tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea), também conhecida como tartaruga-gigante. A espécie, que atinge mais de 500 quilos, corre sério risco de extinção. Os pesquisadores estimam que existam entre 15.730 e 41.373 fêmeas em praias do Gabão, na África, em áreas onde são feitos trabalhos de conservação da espécie marinha, a maior entre as tartarugas atuais e a quarta maior entre os répteis, depois de três crocodilianos.