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sábado, janeiro 18, 2020
Renata Martins

Animais em circos: arte e cultura?

A origem da utilização de animais em circos ou espetáculos assemelhados tem suas raízes na Grécia antiga e no Egito, quando, na volta de guerras, os povos traziam consigo animais exóticos em carreata, para comprovar quão longe haviam ido. Ganharam força no Império Romano, três séculos antes de Cristo, quando, em arenas de batalhas, gladiadores exercitavam a força e a brutal violência natural e inerente a um período em que o poder dava-se aos vencedores de lutas e guerras, e, portanto, nenhum valor cultural ou artístico pode ser atribuído a essa prática.
Questão de Ética - Sônia T. Felipe

Altruísmo animalesco

Há três tipos de altruísmo animalesco: o de parentesco, o de parceria e o tribal. Nenhum deles pode ser considerado genuinamente ético. Para ser ético, o altruísmo precisa visar ao bem de qualquer ser vivo que possa ser afetado pela ação humana, não importando a natureza desse ser, e muito menos sua configuração anatômica ou habilidades específicas.
Palavra animal –Nina Rosa Jacob

Os animais precisam de proteção e valorização

Durante nossas vidas podemos conviver com mestres cuja importância nem sempre reconhecemos em tempo de lhes agradecer.
Eu sou animal – Dagomir Marquezi

Responsabilidade Gastronômica

Há alguns anos, eu trabalhava numa revista masculina e por acaso chegou até mim a coluna de gastronomia, antes que fosse publicada. Meus olhos passaram correndo pelas linhas, mas ficaram paralisados numa dupla de palavras – “sushi vivo”.
Anderson Reichow

Vocação para o declínio

Um filósofo escreveu que o conflito entre a animalidade e a animalidade do homem é o conflito definitivo, que governa qualquer outro. Vou pegar essa ideia e articulá-la ao contexto do meu pensamento atual. Ontem assisti ao 'Curioso caso de Benjamin Button'. Para revelar o mínimo, trata-se de um homem que nasce velho e vai rejuvenescendo. Isso quer dizer mais do que o óbvio: na história, o percurso de perfectibilidade do homem é invertido. Benjamim é alguém que, após uma vida no mínimo estranha, está caminhando rumo à própria e frágil animalidade nua. Um animal imperfectível, ao fim dos anos.