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quinta-feira, abril 9, 2020
Robson Fernando

“Dono” e “posse”, palavras que não combinam com os animais

Dois vícios infelizmente ainda comuns entre defensores de animais e legisladores, sem falar da população como um todo, são considerar a tutela e responsabilidade de uma pessoa sobre seu bicho de estimação uma “posse” e chamar humanos que cuidam e tutelam animais domésticos de “donos”. Quem nunca falou ou ouviu expressões como “o dono desse cão...” ou “...em prol da posse responsável de animais”? É esse uso extremamente inadequado e vicioso, senão especista, dessas palavras que todos precisam repensar e abolir da relação entre os humanos e os animais não-humanos.
João Ismael Tomaz Mendes

O direito animal sob uma perspectiva histórica

Os animais possuem uma longa relação com o homem, advinda dos tempos pré-históricos. A relação dos humanos com os caninos, por exemplo, tem origem...
Gary L. Francione

Peter Singer e a visão bem-estarista de que a vida dos animais não-humanos vale menos

Alguns defensores dos animais afirmam que não há nenhuma real diferença entre a abordagem abolicionista e a abordagem neobem-estarista de Peter Singer.Já discuti as ideias de Singer em ensaios anteriores publicados neste site (vejam, por exemplo, 1 e 2), assim como em meus livros e artigos, num esforço de ilustrar aquilo que vejo como as diferenças teóricas e práticas significativas entre as nossas abordagens.
Tagore Trajano

O dever do Ministério Público na defesa dos animais

O Ministério Público é instituição permanente e essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica e também dos interesses sociais indisponíveis . É função do Ministério Público promover o inquérito civil e a ação civil pública, a fim de proteger o meio ambiente e ou interesses difusos e coletivos da sociedade brasileira . Ademais, os promotores e procuradores são os titulares da ação penal pública.
Anderson Reichow

Vocação para o declínio

Um filósofo escreveu que o conflito entre a animalidade e a animalidade do homem é o conflito definitivo, que governa qualquer outro. Vou pegar essa ideia e articulá-la ao contexto do meu pensamento atual. Ontem assisti ao 'Curioso caso de Benjamin Button'. Para revelar o mínimo, trata-se de um homem que nasce velho e vai rejuvenescendo. Isso quer dizer mais do que o óbvio: na história, o percurso de perfectibilidade do homem é invertido. Benjamim é alguém que, após uma vida no mínimo estranha, está caminhando rumo à própria e frágil animalidade nua. Um animal imperfectível, ao fim dos anos.
Eu sou animal – Dagomir Marquezi

Marisa deu o exemplo

Soube que vocês estão vendendo produtos com peles "100% poliéster" quando na verdade esta pele foi retirada de animais reais, com a costumeira carga de tortura e sadismo típicas dos produtores chineses. Tenho certeza que vocês agiram de boa fé, e também foram enganados. Mesmo assim, peço que retirem esses produtos de venda e ajam com rigor contra os fornecedores que os enganaram.
Adel El Tasse

O atraso brasileiro no reconhecimento da condição de sujeitos de direitos aos animais

Os animais, no Brasil, são inseridos na condição de objetos, sendo medida necessária o reconhecimento da condição de sujeitos de direitos aos animais, alterando-se, em vários aspectos, a disciplina que se direciona à sua proteção.
tradição bárbara

Um cachorro é para a vida, não apenas para o jantar

Numa cidade cosmopolita como Hong Kong onde nosso foco pode rapidamente recair sobre a construção de uma carreira de sucesso, ter uma florescente vida social ou talvez até possuir uma propriedade, também é importante que estimulemos nosso próprio bem estar emocional.
Cristiane da Costa Nery

Direito dos animais

Recentemente, foi realizado o I Encontro Carioca de Direitos dos Animais, na Procuradoria-Geral do Município do Rio de Janeiro. Louvável iniciativa. Normalmente, esse tipo de enfrentamento, ou a intenção do debate, é objeto de preconceito e hipocrisia. Preconceito em função da crença de que não se deveria entender o animal como sujeito de direitos, acarretando na marginalização de qualquer discussão
Consciência animal - Marcela Godoy

Instituto Royal: e se fossem porcos?

Tenho acompanhado (e quem não tem)? O caso emblemático dos beagles do Instituto Royal. Primeiro, quem quiser saber o que é o Instituto Royal, recomendo o texto1 do Professor Carlos Alberto Lungarzo, aposentado da Unicamp. A despeito das conseqüências para os cães, os ativistas, as “pesquisas” e a sociedade, acredito que a maior contribuição de episódios como esses é colocar as pessoas para pensar. Eu tenho pensado. E muito. Especialmente sobre os pontos abaixo: Os “dois lados” da questão: A imprensa mais desinformada insiste em dizer que existem apenas dois lados: um, formado pelos “cientistas”, vivisseccionistas, defensores da experimentação animal. Detentores de todo o conhecimento, poder, razão e salvadores da humanidade. O outro lado é representado pelos “ativistas”. Estes, antivivisseccionistas. Aqueles que defendem a abolição da experimentação animal, pintados como desequilibrados, transgressores, sentimentais, irresponsáveis e contra-o-progresso-da-ciência. Acorda, minha gente! O conjunto das pessoas que defendem a abolição dos experimentos com animais não é formado somente por ativistas. E os “ativistas” não são como a mídia pinta. Se não fosse por eles e elas, muitas discussões não teriam saído do lugar. Mais respeito, por favor. Há uma gama crescente de cientistas e pesquisadores antivivisseccionistas tão renomados quando os vivisseccionistas que, para além da ética e sentimentalismos, trazem argumentos científicos suficientemente fortes para abalar as estruturas da experimentação animal no ensino e na pesquisa. Pesquisadores que estão descortinando (sim, com a ajuda dos ativistas), o mundo obscuro dos laboratórios de experimentação animal. Trazendo à tona as entrelinhas desse comércio travestido de pesquisa científica. Na tentativa de abafar (e encerrar) a discussão, coloca-se tudo no mesmo pacote. E a desinformação aliada à falsa impossibilidade de contestar um (ou uma) “cientista”, acaba convencendo os mais incautos, completando o desserviço. São atos de fé em nome da Ciência. Crendices. Triste ver jornalistas, professores e outras pessoas tão bem informadas sobre os mais variados assuntos, tecerem comentários sofríveis sobre experimentação animal, repetidos como mantras na falta de embasamento científico e informação.
Philipe Hoare

Todos os zoológicos deveriam ser fechados – as outras espécies têm direitos

O que é necessário para fechar o zoológico? A morte de cerca de 500 de seus prisioneiros em menos de quatro anos?
BIOCENTRISMO

Encontrar nossa conexão com a comunidade e natureza é o único jeito de salvar os orangotangos

Há uma mudança significativa que nós, seres humanos, precisamos fazer se quisermos sustentar nossa vida neste planeta.