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terça-feira, abril 7, 2020

Lamartine: “Matar os animais é uma das mais deploráveis enfermidades da condição humana”

Pioneiro do romantismo francês e considerado um dos maiores poetas da França do século XIX, o escritor e poeta Alphonse de Lamartine era um defensor do vegetarianismo. Em uma de suas obras, “Les Confidences”, ele conta como se tornou vegetariano logo nos primeiros anos de sua vida.

Upton Sinclair e as mazelas da indústria frigorífica

Em 1906, o escritor estadunidense e reformador social Upton Sinclair lançou o seu livro mais famoso. Intitulado The Jungle (A Selva), a obra que denuncia as mazelas da indústria frigorífica teve tanta repercussão nos Estados Unidos que o governo não viu outra saída, a não ser a criação da Food and Drug Administration (FDA), órgão responsável, dentre outras competências, pela fiscalização da produção alimentícia.

Magalhães Lima: “Somarão milhões as folhas em que se encontram os nomes de vegetarianos que foram faróis do seu tempo”

Admirador de Liev Tolstói, a quem conheceu quando viajou à Rússia, o escritor português Jaime de Magalhães Lima foi um defensor e pesquisador do vegetarianismo. Ao longo da vida, publicou 30 livros, começando por “Estudos sobre a Literatura Contemporânea”, de 1886.

Ralf Hütter, Kraftwerk e o vegetarianismo

Na reportagem “Kraftwerk: the elusive kings of digital pop”, publicada pelo The Times, de Londres, em setembro de 2009, Ralf Hütter, vocalista, compositor e fundador da banda alemã Kraftwerk, se apresentou como um vegetariano e amante dos animais.

Sócrates e o consumo de carne como símbolo da injustiça e das desigualdades

Um dos fundadores da filosofia ocidental, o filósofo ateniense Sócrates ficou conhecido principalmente pela sua contribuição no campo da ética e da epistemologia.

Augusto dos Anjos e a consciência vegetariana

O paraibano Augusto dos Anjos, por vezes qualificado como simbolista, parnasiano e pré-modernista, era na realidade um poeta solitário que pouco se via no contexto de qualquer corrente literária.

Como o vegetarianismo entrou na vida de Franz Kafka

Um dos escritores mais influentes do século 20, o tcheco Franz Kafka, famoso por clássicos intrapessoais como A Metamorfose, O Processo e Um Artista da Fome, é um exemplo de ser humano que, contrariando todas as expectativas, se tornou vegetariano ainda na juventude. Seu pai, Hermann Kafka, vinha de uma linhagem de açougueiros que comercializavam carnes kosher.
David Arioch

Tolstói: “O vegetarianismo é um sinal da aspiração séria e sincera da humanidade”

Um dos maiores nomes da literatura mundial, Liev Tolstói, além de romancista, filósofo, humanitarista e pacifista, também chamou a atenção e conquistou muito respeito nos séculos 19 e 20 por ser um grande defensor do vegetarianismo. Levando uma vida frugal, ele se alimentava basicamente de pães, frutas e vegetais.

Lord Byron e a abstinência da carne

Um dos poetas mais controversos do Reino Unido, o satírico George Gordon Byron, ou simplesmente Lord Byron, entrou para a história da literatura no século 19, depois de escrever seus dois poemas mais importantes – os longos Don Juan e Childe Harold’s Pilgrimage (Peregrinação de Childe Harold).

O vegetarianismo na literatura de Mary Shelley

A escritora britânica Mary Wollstonecraft Shelley, famosa pela criação do monstro de Frankenstein, um dos mais emblemáticos da literatura mundial, teve uma vida pautada pelo vegetarianismo.

Romain Rolland: “Milhares de animais são assassinados todos os dias, sem sombra de remorso”

Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1915, o escritor francês Romain Rolland, autor de “Jean-Christophe”, um dos romances mais importantes do século 20, também dedicou sua vida à defesa dos direitos dos animais e da dieta vegetariana. Importante pensador, Rolland influenciou Sigmund Freud e se tornou amigo de Mahatma Gandhi.

Mark Twain, um porta-voz dos animais

Um dos mais proeminentes escritores dos Estados Unidos, o jornalista, romancista e humorista Mark Twain publicou dois livros que fazem parte da lista de obras essenciais da literatura mundial – The Adventures of Tom Sawyer, de 1876, e The Adventures of Huckleberry Finn, de 1885. No entanto, o que pouca gente sabe até hoje é que Twain foi um importante defensor dos direitos dos animais.