fbpx
terça-feira, janeiro 21, 2020

Bronson Alcott, o homem que fundou uma comunidade “vegana” em 1843

Em 1843, o pedagogo e filósofo estadunidense Amos Bronson Alcott, um homem bastante influente em seu tempo, tanto que entre seus amigos e admiradores estavam personalidades como Herman Melville, Walt Whitman, Nathaniel Hawthorne, Henry David Thoreau, Ralph Waldo Emerson e Margaret Fuller, fundou em Harvard, Massachusetts, uma comunidade “vegana” chamada Fruitlands, que se situava em uma área de 90 acres, o equivalente a 360 mil metros quadrados.

Ninguém precisa da Perdigão para fazer uma boa ação

A Perdigão diz que se você comprar um Chester uma família atendida por instituições de assistência social ganha outro.

Vem aí mais um especial de Natal da Sadia

Vem aí mais um comercial da Sadia, um especial de Natal. Alegria, família, crianças sorrindo, abraços, confraternização, uma verdadeira lição de harmonia e fraternidade.

Brian May: “Porcos, bois e cordeiros são criados puramente como mercadorias, prontos para o brutal matadouro”

No dia 5 de dezembro de 2010, o jornal britânico Sunday Express publicou um artigo intitulado Why I have to speak for the Animals (Por que eu tenho que falar pelos animais), assinado por Brian May, guitarrista e compositor da lendária banda de rock Queen, além de astrofísico.

Brian May: “Todos nós deveríamos ser veganos”

O guitarrista e compositor inglês Brian May, da lendária banda de rock Queen, deu inúmeras entrevistas nos últimos anos. Porém, em vez de falar da sua história com o Queen, ele tem preferido direcionar a conversa para uma questão que há muito tempo se tornou uma prioridade em sua vida – os direitos animais.

A realidade do pato antes de chegar ao prato

Um animal que também entra na lista dos mais procurados para o Natal é o pato. Claro, preferido enquanto comida.
vacas enjauladas com o identificador na orelha

Alguns motivos para repensar o consumo de laticínios

Em um vídeo publicado na internet sobre a exploração de vacas na indústria leiteira, mostrando as consequências para a saúde do animal, apareceram pessoas que vivem dessa exploração tentando desqualificar o que foi mostrado.

Mesmo em um campo de concentração, alemão se manteve fiel à sua filosofia de vida como vegetariano

Em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, o pacifista alemão Edgar Kupfer-Koberwitz foi classificado como um inimigo da Alemanha e enviado para um campo de concentração em Dachau, ao norte de Munique.

Um outro olhar sobre o “Leitão à Pururuca”

Encontrei uma foto que me chamou a atenção, acompanhada de uma receita. Estava com a seguinte legenda: “Leitão à Pururuca – o delicioso sabor mineiro na sua ceia.” É um dos pratos indicados para o Natal. Trata-se de um pequeno animal que não raramente é morto aos 21 dias. Claro, pode ir além. Afinal, ele vive até o momento em que chega ao auge do que podemos chamar de palatável.

A trajetória do cordeiro até ser reduzido a alimento no Natal

O cordeiro é outro animal que costuma ir para a mesa no Natal. Há desde receitas como o “Pernil de Cordeiro com Batatas Assadas” até a “Paleta de Cordeiro Gourmet” e o “Carré de Cordeiro em Crosta de Erva”, estes dois últimos considerados “pratos nobres”. Claro, além de outros. Mas será que a maioria das pessoas conhece todo o processo até esse animal ser servido como se jamais tivesse vivido?

A crítica ao consumo de animais na escultura “O Comedor de Cadáveres”, de Paolo Troubetzkoy

A escultura “Il Mangiatori di Cadaveri” ou “O Comedor de Cadáveres”, chamou bastante atenção na Exposição Internacional de Roma em 1913.

Dick Gregory: “Galinhas, peixes, porcos e vacas sentem dor, assim como eu e você. Por favor, ajude a acabar com essa injustiça”

Comediante e ativista pelos direitos civis e pelos direitos animais, Dick Gregory começou a ganhar fama nos Estados Unidos no início dos anos 1960 com o seu stand-up livre de tabus.