sexta-feira, julho 10, 2020
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Denúncia: Greenpeace apóia caça aos ursos polares e defende massacre de animais

O Capitão Paul Watson, famoso ativista ambiental, ex-membro e fundador mais conhecido do Greenpeace, publicou uma denúncia revelando as traições cometidas pela organização contra os direitos animais e o meio ambiente. Segundo Watson, o Greenpeace traiu todos os ideais pelos quais lutava ao endossar a prática abominável da caça, juntando-se ao World Wildlife Fund of Polar bear. É o fim da reputação da organização, destruída pelas pessoas que a comandam hoje. Em nota oficial no Facebook, ele demonstra sua decepção: "Nos anos setenta, eu jamais poderia imaginar que a organização que eu ajudei a fundar em 1972, ao lado de um grupo incrível de visionários, acabaria apoiando o assassinato de ursos polares, focas e baleias."
CONTEÚDO ANDA

Vacas são esfoladas vivas pela indústria de couro na Índia

A imagem acima é uma afirmação verdadeira sobre a indústria da moda: nesse setor, a crueldade não tem limites. Cada vez que você compra uma peça de moda feito de couro - seja uma bolsa ou sapatos confortáveis - por favor pense na tremenda crueldade que está por trás desses produtos. Essa petição mira tanto no governo indiano - que tem falhado repetidamente em adotar leis de proteção dos animais e permite que esse tipo de indústria cresça - como nos consumidores de todo o mundo, para assumir o compromisso de ir contra a crueldade e parar de comprar produtos de couro. Por favor, apoiem a campanha e compartilhem a petição agora! A imagem chocante foi tirada na Índia, onde as vacas são esfoladas vivas para tirar o seu couro. Sua dor dificilmente pode ser descrita em palavras. Muitas vezes esses belos animais têm seus membros cortados, as vacas têm seus rabos quebrados, e um pó “especial” é borrifado em seus olhos a fim de forçá-los a caminhar para o matadouro mais próximo (que pode estar a quilômetros de distância). Mesmo que o seu par de sapatos caros fabricados por um designer conceituado são ‘Made in Italy’, a pele pode muito bem vir de países como a Índia, onde não há absolutamente nenhum regulamento sobre bem-estar animal. Essa é a realidade por trás de um par de botas de couro legítimo. Ainda acha que você está ótima de couro? Por favor, reconsidere. Esses animais necessitam de sua pele para se manter aquecidos e seus órgãos em segurança.
Olhar consciente

TCC defendendo direitos animais recebe nota máxima em curso de Direito

"Aos animais explorados diariamente no mundo e às pessoas que lutam por sua libertação" foi a dedicatória do TCC feito por Marianne Weber Teixeira de Araújo Vianna, orientada pela Dra Maria de Nazareth Agra Hassen. O trabalho, cuja apresentação tocou os participantes, recebeu a nota máxima da banca. Intitulado "Desafio aos Hábitos Alimentares: a libertação animal também é a libertação humana", o texto analisa as origens do domínio humano sobre os animais, visando desvendar os motivos pelos quais o homem julga-se no direito de explorar os demais seres não pertencentes à sua espécie. O texto enfatiza o reconhecimento dos animais na esfera moral e a modificação do seu status no ordenamento jurídico.
ABUSO E CRUELDADE

Gansos são pendurados pelas pernas têm as cabeças arrancadas em festival espanhol

As aves ficam amarradas a fios suspensos nas ruas da cidade enquanto homens montados em cavalos passam a toda velocidade e desmembram os animais diante de uma plateia de adultos e crianças
LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA

Fotojornalista registra tamanduá cego fugindo de queimada na Amazônia

O fotojornalista Aranquém Alcântara realiza um importante trabalho de denúncia social e suas lentes têm sido usadas como importante fonte de conscientização sobre a destruição ambiental da Amazônia.
mudança de status jurídico

Em decisão histórica França altera Código Civil e reconhece animais como seres sencientes

Animais têm sentimentos. É o que reconhece o parlamento francês a partir desta quarta-feira (28) após um ano de intensos debates na Assembleia Nacional. Finalmente o parlamento votou a leitura final do projeto de lei sobre a modernização do código civil idealizado pela ONG Fondation 30 Million Amis e agora o projeto altera o status jurídico dos animais no país, atualizando a legislação penal vigente e reconhecendo os animais como seres sencientes (novo artigo 515-14) e não como propriedade pessoal como o antigo artigo (artigo 528). Desta forma, os animais não são mais definidos por valor de mercado ou de patrimônio, mas sim pelo seu valor intrínseco como sujeito de direito. Segundo a ONG idealizadora do projeto, esta virada histórica coloca um fim a mais de 200 anos de uma visão arcaica do Código Civil francês em relação aos animais. Finalmente os parlamentares levaram em conta o estado da ciência e ética de uma sociedade do século 21.
CONTEÚDO ANDA

Imagem desmente falácia das ”vacas felizes” em indústria de laticínios

A indústria de laticínios é uma das mais enganosas do planeta. Durante a maior parte de nossas vidas, somos informados que precisamos de laticínios para obter cálcio e nutrientes para termos ossos fortes. Essa visão estão tão enraizada na nossa cultura que os seres humanos são a única espécie a consumir leite de outro animal e a fazerem isso depois de adultos. Existe também uma propaganda extremamente desonesta sobre as condições dos animais explorados para a produção de laticínios, diz o One Green Planet. As empresas representam os animais como se eles passassem suas vidas correndo por gramados ao ar livre, de maneira plena e satisfeita. São comuns as publicidades de vacas "felizes" que aparecem soltas em gramados verdes e bonitos. Essa publicidade pitoresca pode até mesmo aumentar o desejo das pessoas de beber leite. Na verdade, as vacas são
Crime bárbaro

Mulher que confessou ter matado mais de 30 cães e gatos é solta em SP

Ao menos 30 gatos e cachorros foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo em uma calçada na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (12). Uma mulher foi detida. Pessoas ligadas a ONGs protetoras de animais contrataram um detetive particular há aproximadamente 20 dias, para investigar o caso. Eles desconfiavam da mulher que recebia animais dizendo que iria cuidá-los e sumia com os gatos e cachorros que recebia. Por volta das 23h de ontem, o investigador viu a mulher colocando os sacos de lixo no portão da vizinha. Quando olhou dentro dos sacos encontrou os animais mortos e enrolados em jornais.
combate à impunidade

Lei de proteção aos animais em Porto Rico é exemplo internacional

Na semana passada, um repórter policial noticiou o roubo em uma residência de Bayamón, onde a pessoa que cometeu o delito levou 4 televisores e outros artigos eletrônicos e pessoais, assim como $300. Mas, além do roubo destes objetos e do dinheiro, o assaltante matou dois cães da casa. Por este último crime, o culpado corre o risco de ser penalizado com 15 anos de prisão por cada animal assassinado, sendo o máximo possível 30 anos, um exemplo do quanto é rigorosa a Lei do Bem-Estar e Proteção aos Animais (lei 154) e da importância que é dada à vida e ao bem-estar físico dos animais dentro do sistema jurídico de Porto Rico, segundo relatou a promotora Lorna Colón, coordenadora deste estatuto em Bayamón. "É uma das leis (de proteção aos animais) mais rigorosas da nação”, disse Colón. As informações são do site Primera Hora.
Contém derivados de animais

Onze comidas que você achava que eram vegetarianas, mas não são

Ao contrário do dito popular, nem toda comida vegetariana é totalmente natural e saudável. No entanto, outra informação que costuma passar despercebida é que nem toda comida vegetariana é realmente livre de conteúdo animal! De bananas a bolos, veja os alimentos que podem conter ingredientes com origem animal. 1. Se você está consumindo açúcar refinado… você também está consumindo ossos de animais! O açúcar branco refinado é clareado em um processo que implica o trabalho do açúcar através de “carbonização natural” - um termo complicado para falar de ossos de vaca carbonizados. Açúcar mascavo e de confeiteiro também podem conter esse elemento, pois são variações de açúcar branco.
CONTEÚDO ANDA

Homem constrói um vínculo incrível com elefantes órfãos

Um homem extraordinário desistiu de sua vida familiar para dedicar-se a criar elefantes órfãos. Benjamin Kyalo compartilha um incrível laço de amor que transcende as diferenças entre espécies e ele atua como “mãe” e até mesmo como “avó” para mais de 60 elefantes no Ithumba Reintegration Centre, no Quênia. Ele passou uma década cuidando e criando os órfãos como se fossem seus e diz: "Eu os vejo como meus filhos adotivos, minha família. Eu volto à minha família humana sempre que posso, mas passar o tempo com a minha família de elefantes dá satisfação no meu coração, pois tenho uma paixão por cuidar deles”. “Tenho sorte e minha família humana é muito compreensiva e encorajadora, eles estão orgulhosos do que faço. Minha conexão vem do meu coração, amo-os e lhes dou a atenção que eles exigem”, acrescentou. Kyalo é o cuidador principal do centro mundialmente famoso da reintegração de Ithumba do David Sheldrick Wildlife Trust e passa seus dias entre os elefantes órfãos. Sua dedicação é incomparável. Para Benjamin sua vida como um cuidador de elefantes é seu "chamado", desde levá-los para fazer caminhadas no parque até ajudá-los a aprender as plantas adequadas para alimentação. O cuidador até dorme com os animais mais jovens no berçário de Nairóbi, que é também o orfanato de elefantes. Ele diz que uma de suas lembranças favoritas durante o seu tempo cuidando dessas criaturas inteligentes é sobre um bebê elefante particularmente faminto chamado Kinna.
Animais vítimas do massacre em festival religioso
CONTEÚDO ANDA

Conheça os muçulmanos que lutam contra o massacre de animais em festival religioso

Todos os anos, milhões de animais são mortos antes das celebrações do Eid-al-Adha em todo o mundo enquanto os muçulmanos celebram o sacrifício de Ibrahim no Alcorão. Porém, alguns ativistas muçulmanos têm pressionado pelo fim dos assassinatos e encorajado os fiéis a desfrutar de um banquete sem carne. Nas semanas anteriores à celebração, as ruas de muitas cidades do Oriente Médio são tomadas por animais que serão mortos e  milhões são assassinados a cada ano. A prática terrível despertou crítica dos grupos de direitos animais sobre a forma como as criaturas indefesas são manipuladas, transportadas e mortas para a alimentação. Uma organização que luta contra matança do Eid-al-Adha é a "The Vegan Muslim Initiative", um grupo muçulmano de direitos animais com bases na Austrália e no Canadá. O cofundador do grupo, Sammer Hakim, afirmou que perpetuar a extrema crueldade nos tempos modernos é um ato de irresponsabilidade. Embora alguns muçulmanos acreditem que as mortes são obrigatórias no Islã, outros apontam que o Profeta Muhammad raramente ingeria carne e era conhecido por sua gentileza com os animais. Especialistas também afirmam que muitos de seus companheiros próximos não participaram do sacrifício. "O Alcorão não exige o assassino de animais de acordo com a grande maioria dos estudiosos. Porém, mesmo que exigisse, como muçulmanos, temos uma margem de manobra para se adaptar ao acordo", disse Hakim. "Precisamos examinar esta prática à luz das realidades na terra e hoje, vemos que a produção e a matança de animais em massa são a ameaça número um para o nosso mundo de hoje. Faz muito pouco sentido continuar fazendo algo que acelera nossa própria destruição em tantos níveis", acrescentou.