terça-feira, julho 7, 2020

Bichos

Martha Follain é vegetariana, bacharel em Direito, terapeuta: neurolinguística, florais de Bach, aromaterapia, fitoterapia brasileira, cromoterapia, cristaloterapia, hipnoterapia, terapia de regressão a vivências passadas, reiki, reflexologia podal, radiestesia, integração craniossacral, ortomolecular, bioeletrografia, geoterapia, psicoterapia holística, terapia homeopática.

CRT 21524 e CRTH 0243

Terapeuta para animais humanos e não humanos

www.floraisecia.com.br

Cursos à distância – animais humanos e não humanos.

BICHOS - MARTHA FOLLAIN

Alzheimer em animais

Pesquisadores das Universidades de Edimburgo, St. Andrews, Bristol e Califórnia, identificaram a presença da proteína que forma os emaranhados resultantes nas placas características de Alzheimer, em gatos e cães. O estudo, conduzido em gatos, foi publicado no periódico “Journal of Feline Medicine and Surgery”. O nome correto é “Síndrome de Disfunção Cognitiva em Animais”. A capacidade cognitiva, ou seja, de aprendizado e percepção da vida cotidiana, vai diminuindo, e a doença ficou mais conhecida como Doença de Alzheimer em Animais. Há pesquisas indicando que 28% dos felinos entre 11 e 14 anos de idade apresentam pelo menos alguma alteração comportamental relacionada com a velhice. Acima dos 15 anos, a proporção ultrapassa 50%. Tudo indica que, com os cães, é da mesma forma.
BICHOS - MARTHA FOLLAIN

Alzheimer em animais

Pesquisadores das Universidades de Edimburgo, St. Andrews, Bristol e Califórnia, identificaram a presença da proteína que forma os emaranhados resultantes nas placas características de Alzheimer, em gatos e cães. O estudo, conduzido em gatos, foi publicado no periódico “Journal of Feline Medicine and Surgery”. O nome correto é “Síndrome de Disfunção Cognitiva em Animais”. A capacidade cognitiva, ou seja, de aprendizado e percepção da vida cotidiana, vai diminuindo, e a doença ficou mais conhecida como Doença de Alzheimer em Animais. Há pesquisas indicando que 28% dos felinos entre 11 e 14 anos de idade apresentam pelo menos alguma alteração comportamental relacionada com a velhice. Acima dos 15 anos, a proporção ultrapassa 50%. Tudo indica que, com os cães, é da mesma forma.
BICHOS - MARTHA FOLLAIN

Os que matam e morrem aos poucos

O termo “abate humanitário” segundo Instrução Normativa nº 3, de 17 de Janeiro de 2000 do “Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento”, Brasil, é o conjunto de diretrizes técnicas e científicas que “garantam o bem estar dos animais desde a recepção até a operação de sangria”. Ora, não pode haver “bem estar” quando se está caminhando para a morte e nenhuma matança é “humanitária”. São duas palavras antagônicas, “abate” e “humanitário”. A ideia de haver um lugar onde animais são amontoados para morrer e depois serem consumidos é em si, antiética. Esses animais têm uma existência miserável, sem luz do sol, privados de ar fresco, pisando no chão de concreto ou gaiolas. Os processos são atrozes, bárbaros, pois é “necessário” lucro máximo, explorando esses animais do nascimento ao abate, sem levar em consideração o que os animais sentem e que neles há vida.
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Ursos de bílis

“Bile, bílis, fel ou suco biliar é um fluido produzido pelo fígado (produz cerca de um litro de bile por dia), e armazenado na vesícula biliar - capacidade de armazenar 20 - 50 ml de bile - e atua na digestão de gorduras...” - wikipedia. Ursos de bílis (de todas as espécies) são ursos aprisionados para extração de bílis (principalmente na China e Vietnã), 3 vezes ao dia, depois que comem - a “ordenha”, acontece enquanto os animais se alimentam pois é o momento em que a bílis circula pelo organismo - através de uma incisão (com material não esterilizado e sem nenhum tipo de anestésico) no abdômen na qual é introduzido um tubo em meio a indizível sofrimento (físico e mental) do animal.
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Borboleta

Além de “borboleta”, temos em português a palavra “panapaná”, que deriva do tupi “panã” (“bater”) para designar esse inseto. O bater das asas da borboleta invoca a palavra “panamá”. Conforme José Pedro Machado em seu dicionário etimológico, borboleta é a reduplicação em tom afetivo de “bellus” (“bonito”, “encantador”, em latim). Teríamos então “belbellita” (um diminutivo), que resultou em borboleta a partir do século XIV. Mas não há certeza completa sobre a origem do nome borboleta. Poderia vir do latim “papilio”, que era como os romanos a chamavam. Na língua portuguesa, o termo “panapaná” também é um substantivo coletivo para borboleta.
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Jacarés e crocodilos

O termo “jacaré” se origina do termo tupi guarani “îakaré” e que significa “o que olha de banda”. É um animal escamado, de cor verde ou marrom. - o jacaré tem a coloração mais escura que o crocodilo, que tem um tom cinzento esverdeado mais claro. Os jacarés distinguem-se dos crocodilos por terem a cabeça mais curta e chata e por possuírem membranas interdigitais nos polegares das patas traseiras - os membros anteriores têm 5 dedos com unhas nos 3 órgãos mediais e os membros posteriores apresentam 4 dedos. O jacaré e o crocodilo são répteis, mas pertencem a diferentes famílias. Os crocodilos ao fecharem a boca deixam à mostra seus dentes, enquanto os jacarés não.
Bichos - Martha Follain

Porcos, torturados e assassinados

A origem do porco doméstico é o javali europeu e, sua domesticação remonta a 5000 anos a.C. e, é creditada aos chineses. Os gregos criavam porcos e os destinavam a sacrifícios consagrados aos deuses Ceres, Marte e Cibele. O consumo da carne de porco, sempre gerou polêmicas. Moisés e Maomé, por exemplo, proibiam o uso de carne de porco na dieta humana, porque alegavam que era nociva à saúde. Os romanos foram grandes consumidores de carne suína – nos festins ou regularmente, pelos nobres e a plebe. Os ibéricos e gauleses também criavam porcos e, Carlos Magno indicava o consumo de carne de porco aos seus soldados e seguidores. Na época, chegaram a ser editadas leis que puniam com severos castigos os ladrões e matadores de porcos.
Bichos - martha follain

CELACANTO, você conhece esse peixe?

O celacanto, “Latimeria chalumna” é a espécie viva de um peixe, encontrado ao longo da costa do Oceano Índico. Está entre as criaturas estudadas pela criptozoologia, cripto (do grego kryptós, é, ón “oculto”) e zoologia (o ramo da ciência que estuda os animais) que é o estudo de criaturas mitológicas, lendárias, hipotéticas, ou de seres presumivelmente extintos. Esse animal já foi considerado extinto: teria sido extinto no Período Cretáceo Superior, há 70 milhões de anos atrás. O celacanto é da era devoniana, cerca de 410 milhões de anos, e teria desaparecido no final do período Cretáceo, quando os dinossauros foram extintos – é um fóssil vivo. Presume-se que ele seja primo do “Eusthenopteron”, ancestral dos anfíbios, répteis e mamíferos. Uma teoria que gera muita controvérsia, pois inclui aí o ser humano. Antes da descoberta desse primeiro exemplar vivo, acreditava-se que o celacanto era um parente próximo do primeiro vertebrado a sair das águas, dando origem a um novo grupo de vertebrados conhecidos como tetrápodes, que inclui os humanos. Essa descoberta causou um alvoroço no mundo inteiro pois esse peixe foi considerado pelos cientistas como sendo uma forma de transição da água para a terra. Alguns estudiosos chegaram a afirmar que o celacanto havia adquirido um mecanismo primordial para deslocamento no solo. Sua característica mais importante é a presença de pares de barbatanas (peitorais e pélvicas) que se assemelham aos membros dos vertebrados terrestres e se movem da mesma maneira. O celacanto vivo era exatamente igual ao do registo fóssil, e no decorrer dos anos que se seguiram, foram coletados mais de 200 celacantos em diferentes partes do mundo. Ninguém sabe quantos restam, mas estima-se que a população varie de mil a 10 mil indivíduos. Eles testemunharam a conquista da terra pelos vertebrados, viram a ascensão dos anfíbios e répteis, e já eram velhos quando os dinossauros surgiram há cerca de 230 milhões de anos.
Bichos - martha follain

Acne em cães e gatos

Acne ou foliculite é uma irritação dos folículos por onde nascem os pelos. Pode aparecer no queixo, focinho e lábio inferior, na forma de protuberâncias (pontos pretos ou comedões) que se formam devido à obstrução das glândulas sebáceas. Esses pontos pretos são resultantes de uma super atividade das mesmas, causando dor e incômodo, levando o animal a se coçar frequentemente e esfregar o focinho no chão, móveis e paredes, tentando aliviar o desconforto. É uma patologia dermatológica que pode afetar gatos e cães de pelagem curta de ambos os sexos. Pode ocorrer em animais mais novos, durante o primeiro ano de vida, devido a alterações hormonais naturais.
Bichos - martha follain

Grandes felinos

Felídeos (“Felídae”) são mamíferos da ordem dos carnívoros (são os mais numerosos carnívoros), e são carnívoros obrigatórios, pois não possuem enzimas para digerirem vegetais. É uma ordem constituída por 41 espécies, todos descendentes do mesmo ancestral . Há cerca de 70 milhões de anos, quando surgiram os primeiros animais mamíferos, surgiram os “Creodontes”, que se desenvolveram após a extinção dos dinossauros e, a história dos felinos começou com esses animais. Os “Creodontes” deram origem aos “Miacis” há cerca de 40 ou 50 milhões de anos. Dentre as diversas ramificações dos “Miacis”, encontram-se os primeiros felídeos: os “Proailurus”, que caminhavam com a planta das patas no chão.
Bichos - martha follain

Veganismo para o planeta viver

O apetite é, antes de tudo, um instinto. Animais humanos e não humanos precisam comer para sobreviver, assim como é necessário respirar, beber, dormir. Todos necessitam de comida, mas o ser humano é o único animal que alia preferências gustativas às suas necessidades nutricionais. Além disso, é o único animal que cozinha os alimentos - e, a culinária transformou-se num símbolo, algo que distingue (?) a espécie humana das demais espécies.
Bichos - martha follain

Aromaterapia para uso em animais

O exercício da arte de tratar animais começa com o processo de domesticação dos lobos, pelo homem primitivo - seres humanos têm domesticado lobos há, aproximadamente 100 mil anos, e mais intensamente entre 19 e 30 mil anos, praticando a seleção artificial. O mais antigo registro documental de tratamento de animais que se tem notícia, data do século XVIII a.C., e é egípcio - é o “Papyrus Veterinarius de Kahoun” que, fazia referência à medicina animal. Indicava técnicas de diagnóstico, sintomas e tratamento de várias espécies animais com plantas e ervas.