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terça-feira, abril 7, 2020
ECO ANIMAL

Em festa de cachorro outros bichos é que dançam

Desde há muitos anos, em que sempre me era oferecido convite para participar de janta promovida por ONGs de proteção aos animais (leia-se cães, gatos e cavalos), com o intuito de angariar recursos em prol da causa animal, imediatamente eu garantia minha participação e colaboração comprando o cartão beneficente, ou o “vale janta”.
PLATAFORMA TERRÁQUEOS

Eu Rejeito

A cena do rio de lama de rejeito de mineração e toxicidade a avaliar, arrastando tudo que estava no seu caminho, causou profunda tristeza e lamento de todos nós.
Liberdade Roubada - Amary Nicolau

O que fazer com meu sapato de couro agora?

Muitas pessoas, que a pouco optaram por um estilo de vida livre de crueldades, vegan, estão me perguntando o que fazer com os artigos de couro, vestuário de lã e de seda. Como é uma pergunta muito comum eu resolvi publicar a minha opinião. Bem, o mal já foi feito... O animal já perdeu a vida, e nada vai trazer ele de volta. Você pode continuar a usar seu sapato de couro, sua blusa de lã ou seda e até mesmo artigos de pele ou penas.
Vanguarda abolicionista – Marcio de Almeida Bueno

A Farra do Boi – 2

O gado bovino é o animal mais presente na casa das pessoas. Bife na geladeira, leite na xícara e couro no sapato - só para citar os mais cotados. Perderia para os insetos, mas esses entraram sem serem 'convidados', digamos assim. Enfim. Até descobri que algumas empresas têxteis estão produzindo camisetas que contêm lactose, enfiada de alguma forma na fibra. Mais um elo na longa corrente que une humanos e bovinos. Corrigindo, que prende os bovinos aos humanos, e ainda por cima pelo nariz.
Desobediência Vegana – Ellen Augusta Valer de Freitas

Quem são os verdadeiramente mal-humorados?

A tendência é sempre tachar aqueles que se empenham em causas sérias como mal-humorados. Confundem mau humor, até por não terem referência alguma do que é humor verdadeiro, com empenho e indignação que alguns temas provocam.
Desobediência Vegana - Ellen Augusta Valer de Freitas

O teatro dos comitês de éticas no uso de animais no Brasil

A Lei Arouca em si já é um retrocesso, pois legitima o uso de animais em detrimento da Constituição Federal. A Nova Lei Arouca está provocando a criação de comitês que acabam se formando com as pessoas que justamente usam os animais. Não tem nada mais obscuro que fornecer ao abusador a chance de avaliar seu próprio trabalho. A “nobreza” de garantir que os animais não sofrerão maiores problemas, que o uso dos animais poderia trazer.
Plataforma Terráqueos - Aleluia Heringer Lisboa

Luiz Antonio e o polvo: uma verdade inconveniente

O vídeo do Luís Antônio, que está circulando nas redes sociais, em diálogo com sua mãe é perfeito e irretocável. Não é à toa que Jesus disse aos discípulos que da boca das crianças sai o perfeito louvor. Depois de assisti-lo, eu complementaria: da boca das crianças saem as maiores, e em alguns casos, as inconvenientes verdades. Isto porque elas falam com o coração, com os sentimentos, não têm vergonha de perguntar, não se preocupam em falar corretamente e nem querem impressionar.
Questionando o óbvio - luciano carlos cunha

Abolicionismo x regulamentarismo

Abolicionismo e bem-estarismo são dois termos recorrentes no debate sobre a consideração moral dos animais não humanos. Eu utilizarei, contudo, o nome regulamentarismo, ao invés de bem-estarismo (o porquê dessa mudança será explicada mais abaixo). Assim sendo, o texto de hoje é sobre a seguinte pergunta: “Qual a diferença entre abolicionismo e regulamentarismo?”
Cronicato - Rogerio Rothje

Vovó Natureza

O grilo esfrega as pernas pra falar. O cachorro sorri com o rabo. E com o rabo o gato diz quando não está gostando. O morcego acorda quando fica de noite. A cigarra nasce enterrada e só sai depois de dezesseis anos. A minhoca tem cabeça, mas quase ninguém sabe direito em qual das pontas é. A cobra engole inteiro porque não tem garfo e faca. O macho da borboleta não liga se parecer fêmea. O pinguim é tão bonzinho, que o coração dele deve ser mais quente que o nosso...
Desobediência Vegana – Ellen Augusta Valer de Freitas

A agricultura toma ares de indústria

A grande povoação do planeta pela espécie Homo sapiens sapiens tem gerado uma infinidade de impactos, entre eles a demanda por alimentos. Esse é o mais grave problema que enfrentamos. Embora só recentemente, em função do biodiesel, se tenha começado a falar em escassez de alimentos, como se antes isso não existisse. Como se a fome e as políticas de distribuição de alimentos fossem 'outros' assuntos, que não merecessem a pauta da vez. O assunto foi levantado pelos meios de comunicação e logicamente já morreu, mas irei usá-lo como um bom exemplo.
Educação Vegana - Leon Denis

Fora de balanço e anos luz da ética

A recente onda de ataques a dieta vegetariana e ao modo de vida vegano está me levando a crer que estamos diante de um considerável aumento no número de seus adeptos. Em recente artigo na ANDA, a professora Paula Brugger discutiu três artigos falaciosos sobre o vegetarianismo; a professora Sônia T. Felipe também escreveu sobre uma falsa polêmica relacionada a dieta dos veganos. Há poucos dias o MSN Brasil republicou um artigo do portal R7 sobre os riscos da dieta seguida pelos veganos.
Direitos dos Grandes Primatas - Pedro A. Ynterian

Iris volta à vida

A vida de um primata cego na realidade não é vida. Um ser inteligente, ativo, social, emocional, curioso na total escuridão, sem saber onde está, quem vive em seu entorno, que perigos pode enfrentar, não podendo abraçar um amigo ou amar um semelhante, está vivendo sem vida. Nós tínhamos um caso dramático com Hulk, o chimpanzé que recuperou a visão de um de seus olhos pouco mais de dois anos atrás e que agora foi repaginado e está em perfeito estado. Porém, este outro caso é ainda pior. Uma fêmea de macaco-prego (Cebus apella) magrinha, sem nome, chegou ao Santuário junto com 33 macacos-pregos que vieram acompanhando o chimpanzé Jimmy e o leão Sansão, do Zoológico de Niterói (Zoonit), que foi fechado por ordem judicial cumprindo solicitação do Ibama devido a maus tratos. A macaquinha sem nome era completamente cega. A colocamos separada dos grupos e demos uma atenção especial a ela, inclusive preparamos um recinto especial, de forma que ela tivesse segurança, espaço e estivesse mais perto de todos nós. Ela foi chamada de “Fofinha”, já que assim o era.