quinta-feira, novembro 14, 2019
Tao do Bicho - Paula Brügger

O “Garçom Vegetariano”, a ciência, e a zootecnia

Ao acessar, na Internet , o universo de comentários a respeito do “Garçom vegetariano” (1), do site “Porta dos fundos”, me chamou a atenção a total falta de informação, a Ao acessar, na Internet , o universo de comentários a respeito do “Garçom vegetariano” (1), do site “Porta dos fundos”, me chamou a atenção a total falta de informação, a agressividade e a grosseria de alguns defensores ferrenhos da dieta onívora (isto é, carnista, como diria Melanie Joy), em contraste com o alto nível de informação por parte daqueles que advogam as dietas vegetarianas e/ou o veganismo.agressividade e a grosseria de alguns defensores ferrenhos da dieta onívora (isto é, carnista, como diria Melanie Joy), em contraste com o alto nível de informação por parte daqueles que advogam as dietas vegetarianas e/ou o veganismo.
Educação Vegana - Leon Denis

Não podemos nos dar ao luxo de odiar

Em uma entrevista Zygmunt Bauman disse que para que a utopia nasça são necessárias duas condições, uma das quais “é a existência de uma confiança no potencial humano a altura da tarefa de reformar o mundo, a crença de que ‘nós, seres humanos, podemos fazê-lo’. Essa crença está articulada com a racionalidade capaz de perceber o que está errado com o mundo, saber o que precisa ser modificado, quais são os pontos problemáticos e ter força e coragem para extirpá-los” .
Tao do Bicho - Paula Brügger

Malvadezas de Santa Catarina

A Farra do Boi, a Puxada de Cavalos, e o apoio dos intelectuais à farra... Não vou falar aqui de festivais gastronômicos que envolvem a matança de animais como ostras, marrecos ou tainhas, típicos do estado de Santa Catarina, porque abater animais para comer é uma forma de violência institucionalizada, aqui e no resto do Planeta, como todos sabemos. A inclusão de tais temas tornaria este texto demasiadamente longo.
Olhar Literário - Laerte Levai

Roberto & Erasmo

Esta crônica, embora não pareça, tem a ver com arte e direitos dos animais. Juro pela alma da titia Amélia. Sua motivação é antiga, remonta aos longínquos anos 70, à lembrança daquelas tardes botucatuenses para sempre impregnadas em meu ser, época em que rádios de pilha tocavam, quase sem parar, sucessos de Roberto & Erasmo Carlos.
Dr. pedro a. ynterian

Os modelos animais não são mais necessários

O ganhador do Prêmio Nobel de Medicina, Sydney Brenner, falando no 1° Fórum de Medicina do Amanhã, realizado no último fim de semana no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, descartou a necessidade de usar modelos animais para pesquisa das doenças humanas. Numa matéria do Jornal Valor - A Medicina do Futuro – pode ser destacado: “Segundo Brenner, será preciso produzir uma nova geração de cientistas clínicos que também sejam os melhores cientistas de ciências básicas. Precisam ser os melhores, porque vão encontrar problemas excepcionalmente difíceis, envolvendo organismos mais sofisticados que já foram criados, ou seja, os seres humanos. Não precisaremos usar modelos animais para doenças, já que temos modelos humanos. É um período maravilhoso que vivemos agora. Temos os recursos e os talentos para darmos passos maiores do que demos nos últimos 60 anos.”
Questionado o óbvio - luciano carlos cunha

Especismo e a questão da prioridade no socorro

A maioria das pessoas acredita que o fato de alguém pertencer à espécie humana deveria intitular automaticamente esse alguém a ter prioridade no socorro. Abaixo, ofereço algumas razões para se pensar que essa posição é injusta. Contudo, essas razões acabam por mostrar que seria injusto basear-se não apenas no critério “pertencer à espécie humana”, e sim, “pertencer à espécie x” (ou seja, qualquer uma delas). Assim sendo, a pergunta que vou abordar é esta:
Desobediência Vegana - Ellen Augusta Valer de Freitas

Por que eu não gosto da perseguição pelos pseudolibertários

Quem não entendeu nem leu o que você escreveu, mas quer estar um nível acima, fanáticos do Português correto ou que lhe corrigem pelos minimalismos, eternos discutidores de coisas rasteiras pois em nada se aprofundam. Os pseudolibertários.
Questionando o óbvio - luciano carlos cunha

A acusação de imposição

Os seguintes alegações são algumas das mais comuns nos debates sobre ética animal. Todas elas tem como base o mesmo argumento: “Isso que você está a defender é moralmente opcional. Você quer ser vegano, que seja. Tenho o direito de não ser”. “Sou vegano, mas quem quiser, tem o direito de explorar os animais”. “Defendo meu direito de ser vegano, mas, quem quiser, tem todo o direito de não ser”. “Quem quiser tem o direito de ser vegano, mas, impor o veganismo é uma coisa errada; quem quiser tem o direito de não ser vegano”. Nossa postagem de hoje discute esse argumento. A conclusão do argumento é a de que seria errado defender que existe a obrigação moral de adotar o veganismo. A adoção do veganismo seria uma conseqüência da obrigação moral de se respeitar os animais (porque, como sabemos, para existir comida de origem animal é necessário haver morte e/ou sofrimento de animais).
Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno

O agradecimento dos animais pelo Natal – parte 2

Agradeço aos Três Reis Magos que perpetuaram a tradição de presentear nesta época do ano. Só assim eu pude sair daquela gaiolinha solitária, em...
Desobediência Vegana - Ellen Augusta valer de Freitas

No futebol, os animais torciam pelo 'Não vai ter Copa'

Um rápido andar pelo centro da capital dos gaúchos e você já percebe o 'retorno' dos investimentos da Copa. A turistada se reúne como no circo romano, em volta de um senhor com um pedaço de pau. Ele bate em um animal imaginário. Todos se divertem. Encontram riso na 'novidade'.
Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno

Natureza quadriculada ou 'se tem animal e lucro, tem arame farpado'

A primeira conversa pega-trouxa que autoridades em geral e representantes do setor da pecuária repetem é 'desenvolvimento sustentável'. Senão, vejamos. O Brasil ocupa a...
Questionando o óbvio - luciano carlos cunha

Abolicionismo x regulamentarismo

Abolicionismo e bem-estarismo são dois termos recorrentes no debate sobre a consideração moral dos animais não humanos. Eu utilizarei, contudo, o nome regulamentarismo, ao invés de bem-estarismo (o porquê dessa mudança será explicada mais abaixo). Assim sendo, o texto de hoje é sobre a seguinte pergunta: “Qual a diferença entre abolicionismo e regulamentarismo?”