sexta-feira, julho 10, 2020
Bichos - martha follain

BARATAS!

“Segundo a “Food and Drugs Administration” (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios nos EUA, uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 resíduos de baratas. (um pedaço de 100 gramas de chocolate tem, em média, 60 resquícios de insetos variados em sua composição.) O inseto entra em contato com o doce ainda durante a colheita e armazenamento do cacau.
Dr. pedro a. ynterian

Os modelos animais não são mais necessários

O ganhador do Prêmio Nobel de Medicina, Sydney Brenner, falando no 1° Fórum de Medicina do Amanhã, realizado no último fim de semana no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, descartou a necessidade de usar modelos animais para pesquisa das doenças humanas. Numa matéria do Jornal Valor - A Medicina do Futuro – pode ser destacado: “Segundo Brenner, será preciso produzir uma nova geração de cientistas clínicos que também sejam os melhores cientistas de ciências básicas. Precisam ser os melhores, porque vão encontrar problemas excepcionalmente difíceis, envolvendo organismos mais sofisticados que já foram criados, ou seja, os seres humanos. Não precisaremos usar modelos animais para doenças, já que temos modelos humanos. É um período maravilhoso que vivemos agora. Temos os recursos e os talentos para darmos passos maiores do que demos nos últimos 60 anos.”
Questionado o óbvio - luciano carlos cunha

Especismo e a questão da prioridade no socorro

A maioria das pessoas acredita que o fato de alguém pertencer à espécie humana deveria intitular automaticamente esse alguém a ter prioridade no socorro. Abaixo, ofereço algumas razões para se pensar que essa posição é injusta. Contudo, essas razões acabam por mostrar que seria injusto basear-se não apenas no critério “pertencer à espécie humana”, e sim, “pertencer à espécie x” (ou seja, qualquer uma delas). Assim sendo, a pergunta que vou abordar é esta:
Questionando o óbvio - luciano carlos cunha

Abolicionismo x regulamentarismo

Abolicionismo e bem-estarismo são dois termos recorrentes no debate sobre a consideração moral dos animais não humanos. Eu utilizarei, contudo, o nome regulamentarismo, ao invés de bem-estarismo (o porquê dessa mudança será explicada mais abaixo). Assim sendo, o texto de hoje é sobre a seguinte pergunta: “Qual a diferença entre abolicionismo e regulamentarismo?”
Educação Vegana - Leon Denis

Não podemos nos dar ao luxo de odiar

Em uma entrevista Zygmunt Bauman disse que para que a utopia nasça são necessárias duas condições, uma das quais “é a existência de uma confiança no potencial humano a altura da tarefa de reformar o mundo, a crença de que ‘nós, seres humanos, podemos fazê-lo’. Essa crença está articulada com a racionalidade capaz de perceber o que está errado com o mundo, saber o que precisa ser modificado, quais são os pontos problemáticos e ter força e coragem para extirpá-los” .
Tao do Bicho - Paula Brügger

Malvadezas de Santa Catarina

A Farra do Boi, a Puxada de Cavalos, e o apoio dos intelectuais à farra... Não vou falar aqui de festivais gastronômicos que envolvem a matança de animais como ostras, marrecos ou tainhas, típicos do estado de Santa Catarina, porque abater animais para comer é uma forma de violência institucionalizada, aqui e no resto do Planeta, como todos sabemos. A inclusão de tais temas tornaria este texto demasiadamente longo.
Questionando o óbvio - luciano carlos cunha

A acusação de imposição

Os seguintes alegações são algumas das mais comuns nos debates sobre ética animal. Todas elas tem como base o mesmo argumento: “Isso que você está a defender é moralmente opcional. Você quer ser vegano, que seja. Tenho o direito de não ser”. “Sou vegano, mas quem quiser, tem o direito de explorar os animais”. “Defendo meu direito de ser vegano, mas, quem quiser, tem todo o direito de não ser”. “Quem quiser tem o direito de ser vegano, mas, impor o veganismo é uma coisa errada; quem quiser tem o direito de não ser vegano”. Nossa postagem de hoje discute esse argumento. A conclusão do argumento é a de que seria errado defender que existe a obrigação moral de adotar o veganismo. A adoção do veganismo seria uma conseqüência da obrigação moral de se respeitar os animais (porque, como sabemos, para existir comida de origem animal é necessário haver morte e/ou sofrimento de animais).
Olhar Literário - Laerte Levai

Roberto & Erasmo

Esta crônica, embora não pareça, tem a ver com arte e direitos dos animais. Juro pela alma da titia Amélia. Sua motivação é antiga, remonta aos longínquos anos 70, à lembrança daquelas tardes botucatuenses para sempre impregnadas em meu ser, época em que rádios de pilha tocavam, quase sem parar, sucessos de Roberto & Erasmo Carlos.
Direitos Animais - Bruno Müller

O artesão e a centelha

O escritor é um artesão da palavra. Ele pouco ou nada cria, mas verbaliza as tendências de sua época, é um porta-voz de seu tempo. Não cria revoluções, mas ajuda a propagá-las, incendiando as mentes de seus contemporâneos. Ele fabrica a cola que une aqueles que partilham de suas ideias, dá a estas a coerência necessária para a ação consciente e eficaz, e as exporta para além do estreito círculo em que elas habitam. Sua palavra pode ser a última arma que resta para jogar luz sobre a brutalidade que é praticada nas sombras e questionar a indignidade que é justificada pelos tiranos. O artesão pode, pela sua pena, lançar aquela centelha de dúvida, esperança ou entusiasmo que possibilita a mudança e inspirar aquele vislumbre de sabedoria e conhecimento necessários para despertar consciências e, em última instância, conquistar a vitória sobre a ignorância e a injustiça.
Tao do Bicho - Paula Brügger

O “Garçom Vegetariano”, a ciência, e a zootecnia

Ao acessar, na Internet , o universo de comentários a respeito do “Garçom vegetariano” (1), do site “Porta dos fundos”, me chamou a atenção a total falta de informação, a Ao acessar, na Internet , o universo de comentários a respeito do “Garçom vegetariano” (1), do site “Porta dos fundos”, me chamou a atenção a total falta de informação, a agressividade e a grosseria de alguns defensores ferrenhos da dieta onívora (isto é, carnista, como diria Melanie Joy), em contraste com o alto nível de informação por parte daqueles que advogam as dietas vegetarianas e/ou o veganismo.agressividade e a grosseria de alguns defensores ferrenhos da dieta onívora (isto é, carnista, como diria Melanie Joy), em contraste com o alto nível de informação por parte daqueles que advogam as dietas vegetarianas e/ou o veganismo.
DIREITOS ANIMAIS - BRUNO MÜLLER

Veganismo na Província

Preâmbulo: breves notas sobre o nacionalismo O nacionalismo é uma das ideologias mais absurdas, ridículas, irracionais, perigosas e desprezíveis do mundo. Não estou sozinho nessa...
DIREITOS ANIMAIS - BRUNO MÜLLER

Liberdade e bem-estar numa ética de direitos

Introdução Muitos consideram um contrassenso e até um insulto falar de “direito à liberdade” para os animais não humanos. Outros, mesmo simpatizantes da causa animal,...