terça-feira, setembro 17, 2019

O “Garçom Vegetariano”, a ciência, e a zootecnia

Ao acessar, na Internet , o universo de comentários a respeito do “Garçom vegetariano” (1), do site “Porta dos fundos”, me chamou a atenção a total falta de informação, a Ao acessar, na Internet , o universo de comentários a respeito do “Garçom vegetariano” (1), do site “Porta dos fundos”, me chamou a atenção a total falta de informação, a agressividade e a grosseria de alguns defensores ferrenhos da dieta onívora (isto é, carnista, como diria Melanie Joy), em contraste com o alto nível de informação por parte daqueles que advogam as dietas vegetarianas e/ou o veganismo.agressividade e a grosseria de alguns defensores ferrenhos da dieta onívora (isto é, carnista, como diria Melanie Joy), em contraste com o alto nível de informação por parte daqueles que advogam as dietas vegetarianas e/ou o veganismo.

No futebol, os animais torciam pelo 'Não vai ter Copa'

Um rápido andar pelo centro da capital dos gaúchos e você já percebe o 'retorno' dos investimentos da Copa. A turistada se reúne como no circo romano, em volta de um senhor com um pedaço de pau. Ele bate em um animal imaginário. Todos se divertem. Encontram riso na 'novidade'.

Roberto & Erasmo

Esta crônica, embora não pareça, tem a ver com arte e direitos dos animais. Juro pela alma da titia Amélia. Sua motivação é antiga, remonta aos longínquos anos 70, à lembrança daquelas tardes botucatuenses para sempre impregnadas em meu ser, época em que rádios de pilha tocavam, quase sem parar, sucessos de Roberto & Erasmo Carlos.

Por que eu não gosto da perseguição pelos pseudolibertários

Quem não entendeu nem leu o que você escreveu, mas quer estar um nível acima, fanáticos do Português correto ou que lhe corrigem pelos minimalismos, eternos discutidores de coisas rasteiras pois em nada se aprofundam. Os pseudolibertários.

Malvadezas de Santa Catarina

A Farra do Boi, a Puxada de Cavalos, e o apoio dos intelectuais à farra... Não vou falar aqui de festivais gastronômicos que envolvem a matança de animais como ostras, marrecos ou tainhas, típicos do estado de Santa Catarina, porque abater animais para comer é uma forma de violência institucionalizada, aqui e no resto do Planeta, como todos sabemos. A inclusão de tais temas tornaria este texto demasiadamente longo.

O agradecimento dos animais pelo Natal – parte 2

Agradeço aos Três Reis Magos que perpetuaram a tradição de presentear nesta época do ano. Só assim eu pude sair daquela gaiolinha solitária, em...

Veganismo na Província

Preâmbulo: breves notas sobre o nacionalismo O nacionalismo é uma das ideologias mais absurdas, ridículas, irracionais, perigosas e desprezíveis do mundo. Não estou sozinho nessa...

Abolicionismo x regulamentarismo

Abolicionismo e bem-estarismo são dois termos recorrentes no debate sobre a consideração moral dos animais não humanos. Eu utilizarei, contudo, o nome regulamentarismo, ao invés de bem-estarismo (o porquê dessa mudança será explicada mais abaixo). Assim sendo, o texto de hoje é sobre a seguinte pergunta: “Qual a diferença entre abolicionismo e regulamentarismo?”

Natureza quadriculada ou 'se tem animal e lucro, tem arame farpado'

A primeira conversa pega-trouxa que autoridades em geral e representantes do setor da pecuária repetem é 'desenvolvimento sustentável'. Senão, vejamos. O Brasil ocupa a...

Especismo e a questão da prioridade no socorro

A maioria das pessoas acredita que o fato de alguém pertencer à espécie humana deveria intitular automaticamente esse alguém a ter prioridade no socorro. Abaixo, ofereço algumas razões para se pensar que essa posição é injusta. Contudo, essas razões acabam por mostrar que seria injusto basear-se não apenas no critério “pertencer à espécie humana”, e sim, “pertencer à espécie x” (ou seja, qualquer uma delas). Assim sendo, a pergunta que vou abordar é esta:

BARATAS!

“Segundo a “Food and Drugs Administration” (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios nos EUA, uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 resíduos de baratas. (um pedaço de 100 gramas de chocolate tem, em média, 60 resquícios de insetos variados em sua composição.) O inseto entra em contato com o doce ainda durante a colheita e armazenamento do cacau.

Liberdade e bem-estar numa ética de direitos

Introdução Muitos consideram um contrassenso e até um insulto falar de “direito à liberdade” para os animais não humanos. Outros, mesmo simpatizantes da causa animal,...