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Caçador de elefantes é condenado a 30 anos de prisão no Congo

Guyvanho liderou expedições de caça que podem ter matado mais de 500 elefantes desde 2008

Pixabay
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Mobanza Mobembo Gerard, conhecido como Guyvanho, foi condenado a 30 anos de prisão pela República do Congo por ter tirado a vida de elefantes. O caçador responde pelo crime de tráfico de marfim e pela tentativa de assassinato de guardas que protegiam os elefantes no parque onde as caçadas eram realizadas.

A Wildlife Conservation Society (WCS) afirmou que a prisão é um marco na luta pela responsabilização e punição de caçadores. De acordo com a entidade, Guyvanho liderou expedições de caça que podem ter matado mais de 500 elefantes desde 2008.

A condenação de um caçador e traficante de animais é inédita no país. Antes, crimes ambientais eram julgados por tribunais civis e, segundo a ONG, eram punidos com no máximo 5 anos de prisão.

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A diretora regional da WCS, Emma Stokes, assinou uma nota por meio da qual afirma que a condenação “envia uma mensagem extremamente forte de que os crimes contra a vida selvagem não serão tolerados e serão processados nos níveis mais altos da Justiça”.

Além de tirar a vida de inúmeros elefantes, Guyvanho e seu grupo teriam atirado em guardas florestais, deixando-os feridos. Os homens trabalhavam na patrulha do Parque Nacional Nouabale-Ndoki National Park.

O parque tem 4 mil quilômetros quadrados e serve de refúgio para elefantes raros.


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