sábado, setembro 19, 2020
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Denúncia: Greenpeace apóia caça aos ursos polares e defende massacre de animais

O Capitão Paul Watson, famoso ativista ambiental, ex-membro e fundador mais conhecido do Greenpeace, publicou uma denúncia revelando as traições cometidas pela organização contra os direitos animais e o meio ambiente. Segundo Watson, o Greenpeace traiu todos os ideais pelos quais lutava ao endossar a prática abominável da caça, juntando-se ao World Wildlife Fund of Polar bear. É o fim da reputação da organização, destruída pelas pessoas que a comandam hoje. Em nota oficial no Facebook, ele demonstra sua decepção: "Nos anos setenta, eu jamais poderia imaginar que a organização que eu ajudei a fundar em 1972, ao lado de um grupo incrível de visionários, acabaria apoiando o assassinato de ursos polares, focas e baleias."
ABUSO E CRUELDADE

Gansos são pendurados pelas pernas têm as cabeças arrancadas em festival espanhol

As aves ficam amarradas a fios suspensos nas ruas da cidade enquanto homens montados em cavalos passam a toda velocidade e desmembram os animais diante de uma plateia de adultos e crianças
LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA

Fotojornalista registra tamanduá cego fugindo de queimada na Amazônia

O fotojornalista Aranquém Alcântara realiza um importante trabalho de denúncia social e suas lentes têm sido usadas como importante fonte de conscientização sobre a destruição ambiental da Amazônia.
CONTEÚDO ANDA

Imagem desmente falácia das ”vacas felizes” em indústria de laticínios

A indústria de laticínios é uma das mais enganosas do planeta. Durante a maior parte de nossas vidas, somos informados que precisamos de laticínios para obter cálcio e nutrientes para termos ossos fortes. Essa visão estão tão enraizada na nossa cultura que os seres humanos são a única espécie a consumir leite de outro animal e a fazerem isso depois de adultos. Existe também uma propaganda extremamente desonesta sobre as condições dos animais explorados para a produção de laticínios, diz o One Green Planet. As empresas representam os animais como se eles passassem suas vidas correndo por gramados ao ar livre, de maneira plena e satisfeita. São comuns as publicidades de vacas "felizes" que aparecem soltas em gramados verdes e bonitos. Essa publicidade pitoresca pode até mesmo aumentar o desejo das pessoas de beber leite. Na verdade, as vacas são
mudança de status jurídico

Em decisão histórica França altera Código Civil e reconhece animais como seres sencientes

Animais têm sentimentos. É o que reconhece o parlamento francês a partir desta quarta-feira (28) após um ano de intensos debates na Assembleia Nacional. Finalmente o parlamento votou a leitura final do projeto de lei sobre a modernização do código civil idealizado pela ONG Fondation 30 Million Amis e agora o projeto altera o status jurídico dos animais no país, atualizando a legislação penal vigente e reconhecendo os animais como seres sencientes (novo artigo 515-14) e não como propriedade pessoal como o antigo artigo (artigo 528). Desta forma, os animais não são mais definidos por valor de mercado ou de patrimônio, mas sim pelo seu valor intrínseco como sujeito de direito. Segundo a ONG idealizadora do projeto, esta virada histórica coloca um fim a mais de 200 anos de uma visão arcaica do Código Civil francês em relação aos animais. Finalmente os parlamentares levaram em conta o estado da ciência e ética de uma sociedade do século 21.
Olhar consciente

TCC defendendo direitos animais recebe nota máxima em curso de Direito

"Aos animais explorados diariamente no mundo e às pessoas que lutam por sua libertação" foi a dedicatória do TCC feito por Marianne Weber Teixeira de Araújo Vianna, orientada pela Dra Maria de Nazareth Agra Hassen. O trabalho, cuja apresentação tocou os participantes, recebeu a nota máxima da banca. Intitulado "Desafio aos Hábitos Alimentares: a libertação animal também é a libertação humana", o texto analisa as origens do domínio humano sobre os animais, visando desvendar os motivos pelos quais o homem julga-se no direito de explorar os demais seres não pertencentes à sua espécie. O texto enfatiza o reconhecimento dos animais na esfera moral e a modificação do seu status no ordenamento jurídico.
CONTEÚDO ANDA

Vacas são esfoladas vivas pela indústria de couro na Índia

A imagem acima é uma afirmação verdadeira sobre a indústria da moda: nesse setor, a crueldade não tem limites. Cada vez que você compra uma peça de moda feito de couro - seja uma bolsa ou sapatos confortáveis - por favor pense na tremenda crueldade que está por trás desses produtos. Essa petição mira tanto no governo indiano - que tem falhado repetidamente em adotar leis de proteção dos animais e permite que esse tipo de indústria cresça - como nos consumidores de todo o mundo, para assumir o compromisso de ir contra a crueldade e parar de comprar produtos de couro. Por favor, apoiem a campanha e compartilhem a petição agora! A imagem chocante foi tirada na Índia, onde as vacas são esfoladas vivas para tirar o seu couro. Sua dor dificilmente pode ser descrita em palavras. Muitas vezes esses belos animais têm seus membros cortados, as vacas têm seus rabos quebrados, e um pó “especial” é borrifado em seus olhos a fim de forçá-los a caminhar para o matadouro mais próximo (que pode estar a quilômetros de distância). Mesmo que o seu par de sapatos caros fabricados por um designer conceituado são ‘Made in Italy’, a pele pode muito bem vir de países como a Índia, onde não há absolutamente nenhum regulamento sobre bem-estar animal. Essa é a realidade por trás de um par de botas de couro legítimo. Ainda acha que você está ótima de couro? Por favor, reconsidere. Esses animais necessitam de sua pele para se manter aquecidos e seus órgãos em segurança.
Comércio de vidas

Preferência de chilenos por animais exóticos fomenta o tráfico internacional de animais

No Chile, cães e gatos não são mais os preferidos na hora de crianças e adultos escolherem um animal de estimação. O número de animais exóticos nos lares chilenos tem aumentado. Além de estarem na "moda", o pouco espaço que ocupam é também uma opção a considerar, e, com isso, o comércio de animais silvestres como animais de estimação tem crescido bastante. No entanto, estes animais, que variam entre répteis, aves, peixes e roedores, necessitam de cuidados especiais e muito mais dedicação do que cães e gatos.
Tratados como mercadorias

A realidade cruel da criação de porcos

A origem do porco doméstico é o javali europeu e, sua domesticação remonta a 5000 anos a.C., e é creditada aos chineses. Os gregos criavam porcos e os destinavam a sacrifícios consagrados aos deuses Ceres, Marte e Cibele. O consumo da carne de porco, sempre gerou polêmicas. Moisés e Maomé, por exemplo, proibiam o uso de carne de porco na dieta humana, porque alegavam que era nociva à saúde. Os romanos foram grandes consumidores de carne suína – nos festins ou regularmente, pelos nobres e a plebe. Os ibéricos e gauleses também criavam porcos e, Carlos Magno indicava o consumo de carne de porco aos seus soldados e seguidores. Na época, chegaram a ser editadas leis que puniam com severos castigos os ladrões e matadores de porcos. Na América, foi o descobridor Cristóvão Colombo, quem introduziu os primeiros animais, em 1493, na região de São Domingo. Dessa ilha, foram levados para a Colômbia, Venezuela e Equador, espalhando-se por todo o continente americano. No Brasil, os primeiros suínos chegaram ao litoral paulista em 1532, trazidos pelo navegador Martim Afonso de Sousa e, logo em seguida, à Bahia. Hoje, há noventa raças conhecidas, com mais de duzentas variedades. Atualmente, em muitos países, os porcos, estão sendo criados como animais domésticos de estimação, por demonstrarem inteligência e emoções – não sendo mais só encarados como “comida”. Os porcos que vêm sendo utilizados como animais domésticos são o porco do Vietnã ( ele atinge cerca de 20 kg), e o mini porco.
deprimida e solitária

Vida na prisão: Habeas Corpus a favor da orangotango Sandra é recusado na Argentina

A orangotango-de-Sumatra chamada “Sandra” (cientificamente denominada Pongo Abelli), tinha aproximadamente 22 anos quando chegou ao Zoológico de Buenos Aires em 1998 proveniente do zoológico de Hannover (Alemanha) para fins reprodutivos. Esta espécie se encontra em Perigo Crítico de Extinção encontrando-se atualmente na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (sigla em inglês IUCN). É a única orangotango do zoológico de Buenos Aires
Amor em Prática

Atriz planeja abrir primeiro centro de reabilitação de mamíferos selvagens em Nova York

Quando ela não está alimentando esquilos, ou dando banho em gambás órfãos em seu aconchegante apartamento no Bronx, Adair Moran pode ser vista pendurada em paredes ou saltando de telhados vestida como Bruce Wayne (Batman). Cuidar de filhotes de esquilo e outros animais pode ser um trabalho gratificante, mas esse trabalho de reabilitação de vida selvagem geralmente é voluntário. Então, para pagar as contas, Moran depende de seu trabalho de atriz - mas ela não é uma atriz comum. Como dublê, ela executa manobras físicas "ultrajantes", que a maioria
CONTEÚDO ANDA

Elefante é libertado após 50 anos de abusos e exploração

Por mais de 50 anos, a única realidade que o elefante Mohan conheceu foi o sofrimento, mas após a mobilização de ativistas, ele finalmente terá a chance de se libertar de seu passado sombrio e abraçar uma nova vida repleta de esperança. Quando a organização Wildlife SOS resgatou Raju, um elefante que gerou comoção mundial por chorar durante seu resgate, na Índia em 2014, eles cruzaram com outro elefante que havia sofrido a mesma crueldade que Raju sofrera por décadas. Esse elefante era Mohan. Quando bebê, Mohan foi roubado da natureza, separado de sua família e da sua manada nos anos 60. de um filhote selvagem, ele foi degradado pela maldade humano até se tornar um elegante pedinte, segundo informou a Wildlife SOS em um comunicado à imprensa. Como a maioria dos elefantes em cativeiro, ele foi amarrado e espancado para ser mais facilmente treinado pelos seus abusadores.