EMOCIONANTE

Tutora reencontra cão após sequestro: ‘levaram a coisa mais importante para mim’

Mariana Dandara | Redação ANDA

A fêmea de gato-do-mato foi tratada por meses até estar apta a retornar para a vida livre, como deve ser para todo animal silvestre - embora nem todos tenham esse destino (por conta da crueldade humana ou por inaptidões do próprio animal após acidentes, queimadas e outros fatores)


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Foto: Joyce Mara da Silva Pinheiro/Arquivo pessoal

As horas de angústia chegaram ao fim para Joyce Mara da Silva Pinheiro, de 23 anos, que assistiu à cena traumática do sequestro de seu cachorro. Na terça-feira (8), o shih tzu foi encontrado e voltou para casa, trazendo paz para o coração da jovem. Segundo ela, os criminosos que roubaram seu carro com o cão dentro levaram o que ela tinha de mais valioso: o animal que há um ano é seu fiel companheiro.

O crime aconteceu em Belo Horizonte, em frente a uma academia de crossfit no bairro Padre Eustáquio. Joyce havia levado o cão para o estabelecimento, mas decidiu colocá-lo dentro do carro, estacionado em frente à academia, com a janela aberta. A decisão se deu porque o animal ficou inquieto e não parava de latir.

No momento em que ela abria a porta do carro para o cão pular para dentro, dois criminosos a abordaram e anunciaram o assalto. Um deles aparentava estar armado. “Eu joguei a chave no chão, mas pedi pera eles me passarem o cachorro. Falei : ‘Me passa o cachorro’, me passa o cachorro”, contou ao G1.

Os pedidos, no entanto, não foram ouvidos pelos bandidos, que fugiram levando o shih tzu. “Levaram a coisa mais importante para mim”, disse a jovem, que também perdeu no assalto, além do carro, produtos de maquiagem que seriam vendidos em uma loja que está sendo construída.

Foto: Joyce Mara da Silva Pinheiro/Arquivo pessoal

O desespero de Joyce durou menos de 24 horas. No dia seguinte, pedestres reconheceram o cachorro, que estava sendo levado para passear no mesmo bairro onde o crime aconteceu. Cientes do sequestro, as testemunhas acionaram a Polícia Militar.

Os rapazes que passeavam com o cão são suspeitos de cometer o crime e foram reconhecidos pela vítima na delegacia. Os dois são menores de 18 anos e, por isso, não podem ser mandados para o sistema prisional.

A identificação dos jovens, entretanto, não possibilitou que o veículo fosse encontrado. O cachorro, porém, pôde enfim voltar para os braços de sua tutora.


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