GENEROSIDADE

Idosa adota cachorro de 17 anos e incentiva a adoção de cães mais velhos

Vitória Viviann | Redação ANDA

A idosa, Marjory, ficou inconsolável quando perdeu seu cachorro ano passado. Por isso, ela resolveu buscar no site de um abrigo da região, já que sua casa parecia vazia sem um animal de estimação.


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Marjory e Jack | Foto: Dogs Trust

Uma mulher inglesa de 96 anos adotou um cachorro de 17 anos de um abrigo e afirmou que os mais velhos não devem ser deixados de lado. Marjory ficou inconsolável quando perdeu seu cachorro ano passado. Por isso, ela resolveu buscar no site de um abrigo da região, já que sua casa parecia vazia sem um animal doméstico.

Nessa busca, ela encontrou Jack e decidiu adotá-lo. Eles se deram bem rapidamente. “Tive cachorros quase que a minha vida toda. Jack me deixa feliz. Quando soube a idade dele fiquei mas decidida à adotá-lo, porque não queria que ele passasse toda sua vida em um abrigo”, disse ela ao Chronicle Live.

Ela disse que adora passear com Jack, pois ele é calmo e está sempre do seu lado. “Eu motivaria qualquer pessoa a adotar um cachorro e considerar os mais velhos. Eles são cheios de personalidade e são mais rápidos em se adaptar a um novo lar, se caso eles passarem a maior parte da vida como de uma família.”

Atualmente, o abrigo está motivando as pessoas para adotarem cachorros mais velhos. “Ano passado, muitas pessoas quiseram adotar novos cachorros, mas como Jack provou, os mais velhos são ótimas companhias”, disse Sue Embletom, gerente do Rehoming Center da Dogs Trust Darlington.

“Tutores como Marjory sempre nos dizem que sempre que você os vê, tem uma sensação de segurança, felicidade. E dormir um pouco à tarde no sofá aninhados, não pode ser esquecido”, disse ela. “Atualmente, cerca de 20% dos cachorros do Dogs Trust Darlington que estão prontos para adoção, tem mais de 8 anos.”

“Os mais velhos, costumam ser mais calmos e menos energéticos, então, mesmo que ainda possam ser brincalhões e passearem no parque, subir colinas pode ser algo longe para eles, o que é adequado para alguns tutores, jovens e não jovens”, concluiu Sue.


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