AMOR

Policial adota gato que se aninhou em seu colo após ser jogado de carro em movimento

Mariana Dandara | Redação ANDA

Deixando o sofrimento no passado, o gato pôde reconstruir sua história ao lado de seu novo tutor. O animal ganhou uma família e o policial Housand foi presenteado com a melhor das companhias


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Foto: Facebook / Sandy Springs Police

Um filhote de gato foi arremessado de um carro em movimento nos Estados Unidos. Vítima de maus-tratos, o animal foi jogado na rua no estado norte-americano da Geórgia.

A crueldade que poderia ter custado a vida do filhote, no entanto, teve um desfecho diferente. Após uma denúncia indicar que o gato havia sofrido maus-tratos, um policial que atendeu a ocorrência decidiu adotar o animal.

O agente Housand ficou comovido com o sofrimento do filhote e com a capacidade do animal de amar um humano e se sentir confortável na presença de alguém após ter sido brutalmente maltratado por seu antigo tutor.

Dócil e inocente, o pequeno animal se aninhou nos braços do policial assim que foi resgatado. O ato carinhoso do gato conquistou o coração de Housand, que percebeu naquele momento que não seria ele que adotaria o gato, isso porque o filhote já havia o adotado antes.

Housand foi escolhido por seu novo companheiro de quatro patas e decidiu levá-lo para casa. Apesar da crueldade a qual foi submetido, o filhote não sofreu nenhum tipo de ferimento.

Deixando o sofrimento no passado, o gato pôde reconstruir sua história ao lado de seu novo tutor. O animal ganhou uma família e Housand foi presenteado com a melhor das companhias.

Não compre, adote

A exploração de animais para venda é uma prática cruel que objetifica cães e gatos, reduzindo-os à condição de mercadorias. Por serem tratados como objetos, esses animais são alvos frequentes de maus-tratos, situação que só poderá ser coibida com o fim do comércio.

Engajados na luta em prol dos animais, ativistas incentivam a adoção e pedem que a sociedade se conscientize sobre a necessidade de abolir a venda de cachorros e gatos. Os protetores de animais explicam que, ao comprar um animal, o comprador não só compactua com a objetificação de um ser vivo, como incentiva o comércio como um todo, incluindo o que é feito pelos criadores que negligenciam e maltratam os animais.

Enquanto milhares de animais são comprados, outros milhões padecem nas ruas. Sem cuidados, eles passam fome e sede, sofrem com o calor, o frio e as chuvas, adoecem e agonizam até a morte por conta de doenças e de atropelamentos. Também são vítimas de agressões e até de estupros. Frágeis e inocentes, o pedido que eles fariam, caso pudessem falar, seria: não compre, adote um animal abandonado.


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