SÍRIA

Santuário acolhe mais de 1.000 gatos em meio à pandemia e à guerra

Gustavo Henrique Araújo | Redação ANDA

Após ser fechado por causa das hostilidades, o santuário foi reaberto em outra cidade


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Foto: Reprodução | Reuters

Alaa al-Jaleel cuidava de um santuário de gatos na Síria, mas por questões de conflitos ocorridos no ano de 2015 em Aleppo, precisou fechar o local e fugir para o norte,  em direção à cidade de Idlib, levando cem animais com ele.

No novo endereço, ele reabriu seu abrigo, nomeando-o “Santuário Ernesto”, o qual abriga mais de mil gatos resgatados da guerra. No espaço, com cerca de 2 mil metros quadrados, os animais recebem cuidados médicos e alimentação, além de estarem seguros.

Foto: Reprodução | Reuters

A maioria dos gatos tem ferimentos causados pela guerra e pelo abandono – pois seus antigos cuidadores tiveram de deixá-los para trás ao fugir dos conflitos na cidade. “Nós, então, oferecemos a esses animais resgatados abrigo, cuidados médicos e comida”, contou Mohamad Wattar, atual gerente do local, à Reuters.

O nome do santuário de Alaa al-Jaleel é uma homenagem ao gato favorito de mulheres italianas que o ajudaram a continuar o trabalho no abrigo enquanto se realojavam. O novo local é maior, cercado e mantido em segurança por forças de resistência na Síria.


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