AMOR

Mulher percorre mais de 100 km para resgatar cadela paraplégica

Ana Garcia | Redação ANDA

A cachorrinha foi deixada sozinha após seu antigo dono falecer


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Foto: Arquivo Pessoal/Silvana Cordeiro

Silvana Cordeiro é educadora física e mora em Caraguatatuba, litoral de São Paulo. Apesar de estar desempregada devido à pandemia, ela não abre mão dos cuidados cedidos aos 38 animais dos quais acolhe em sua casa e nem de ajudar outros necessitados que encontra pelo caminho. São, no total, 21 gatos, 16 cães e um bode. As dificuldades para cuidar deles e alimentá-los são muitas, mas Silvana faz o que for preciso para ajudá-los.

Em suas redes sociais, Silvana compartilhou imagens da pequena Estelinha, uma cadela paraplégica que já enfrentou muitas dificuldades em sua vida. “Quando ela foi me buscar na rua e me quis mesmo estando paralítica, ela me prometeu que me devolveria a alegria de viver. Quer saber? Ela conseguiu. Mete marcha”, escreveu Silvana na legenda da publicação. O post, que passou das 7 mil curtidas e 700 compartilhamentos, comoveu a todos.

Em entrevista ao portal de notícias Amo Meu Pet, Silvana contou que Estelinha vivia com um morador de rua, mas que ficou sozinha após o falecimento dele. Estando só, ela foi atropelada e, por não ter tido ninguém para a socorrer, foi se arrastando pelo asfalto e se ferindo ainda mais, sofrendo com muitas dores.

Quando soube do caso, em 13 de novembro, Silvana, sem pensar duas vezes, percorrer 111 quilômetros até outra cidade para encontrar a cadela e resgatá-la. “Quando cheguei e vi a bichinha se arrastando com as patinhas traseiras esfoladas, desabei a chorar. Ela veio muito carinhosa, a coloquei no carro e a trouxe”, conta.

O atropelamento gerou lesões na coluna da cachorrinha fazendo com que ela não pudesse mais andar, mas, adaptada, ela, hoje, se locomove normalmente para todos os lugares, sem a ajuda de ninguém. “Agora ela corre para tudo quanto é lado na cadeirinha dela. Tinha um tumor no bumbum, mas já foi operada e agora está forte e feliz”, relata.


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