AFOGAMENTO

Tartarugas voltam a viver em liberdade na natureza após serem salvas debilitadas e feridas

Mariana Dandara | Redação ANDA

Os animais marinhos foram salvos por equipes da instituição que realizavam ações de monitoramento em praias do Guarujá


Escute
Foto: Divulgação / Instituto Gremar

Duas tartarugas-verdes puderam retornar à vida em liberdade na última sexta-feira (19) após serem submetidas a um processo de reabilitação. Devolvidas à natureza pelo Instituto Gremar, elas foram soltas no mar do Guarujá, no litoral de São Paulo, após terem sido resgatadas debilitadas e com ferimentos.

Os animais marinhos foram salvos por equipes da instituição que realizavam ações de monitoramento em praias do município. As ações integram as atividades do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

De acordo com o Gremar, a devolução das tartarugas ao mar “é mais um resultado do PMP-BS”.

Enquanto estiveram em cativeiro para serem tratadas, as tartarugas permaneceram sob os cuidados de equipes do Centro de Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos.

A soltura foi realizada por uma equipe em tamanho reduzido, o que atende às regras da fase de emergência do Plano São Paulo contra a pandemia da Covid-19.

Suspeita de afogamento

Umas das tartarugas, resgatada no dia 30 de janeiro, apresentava sinais que levantaram a suspeita de que ela poderia ter se afogado.

O afogamento de animais dessa espécie costuma acontecer por algumas causas, como doenças, debilidade e ferimentos que podem ter sido causados, inclusive, pela ação humana através de redes de pesca que capturam tartarugas acidentalmente ou embarcações que atropelam esses animais no mar.

No caso da tartaruga resgatada no Guarujá, foram encontradas lesões benignas na região do pescoço e do plastrão, além de edemas e marcas no pescoço e nas nadadeiras. O animal foi salvo após encalhar na faixa de areia de uma praia.

A devolução ao mar aconteceu apenas quando a tartaruga estava “completamente recuperada”, segundo o Instituto Gremar. O animal marinho evoluiu bem, alimentou-se por conta própria e não teve problemas respiratórios e de flutuabilidade, além de apresentar resultou normais nos exames aos quais foi submetido.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

CATIVO EM ZOO

CRIME AMBIENTAL

RESPONSABILIZAÇÃO

ABERRAÇÃO LEGISLATIVA

ESCRAVIDÃO

EXEMPLO

CICLOVIA RIO PINHEIROS

ESTRESSE


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>