CRUELDADE

Suécia vai matar 1,3 milhão de galinhas após surto de gripe aviária

Redação ANDA

A doença foi identificada em uma granja situada nas proximidades do município de Monsteras, no condado de Kalmar


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Foto: Pixabay

O governo da Suécia anunciou que vai matar 1,3 milhão de galinhas por conta do surto de gripe aviária identificado no país. A doença, causada por conta da exploração de animais, custará a vida de aves que nunca tiveram o direito de viver com dignidade.

De acordo com o Conselho de Agricultura da Suécia, a gripe aviária que circula no país é uma variante da H5N5 e foi identificada no último dia 18 de janeiro em uma granja situada nas proximidades do município de Monsteras, no condado de Kalmar.

“Infelizmente, a doença se espalhou dentro da instalação, o que significa que uma grande parte dos animais, cerca de 1,3 milhão, será morta”, informou o Conselho de Agricultura em um comunicado divulgado pela agência Reuters.

Exploração e sofrimento

As aves exploradas para consumo humano vivem vidas miseráveis. Presas em gaiolas minúsculas, nas quais ficam em pé sobre grades desconfortáveis, ou confinadas em galpões superlotados, elas suportam sofrimento inimaginável.

O estresse é tamanho que esses animais costumam mutilar a si mesmos e arrancar partes dos corpos das outras aves em resposta ao abalo psicológico que sofrem. Para evitar a mutilação, os fazendeiros submetem as aves ao processo de debicagem, por meio do qual o bico desses animais é cortado sem qualquer anestesia – procedimento que causa bastante dor.

As galinhas poedeiras são tratadas como verdadeiras máquinas. Os frangos suportam a terrível vida do confinamento até serem mortos. Os pintinhos, por sua vez, por não pertencerem a mesma linhagem dos frangos e não terem a capacidade de botar ovos como as fêmeas, são mortos ainda filhotes, triturados vivos.

Comovidos com o sofrimento animal e com os efeitos nefastos da agropecuária sobre o meio ambiente, ativistas conscientizam a população sobre a necessidade de fazer a transição para o veganismo como forma de interromper um ciclo que financia atrocidades contra os animais e a natureza.


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