Cadela viaja mais de 16 mil km para reencontrar seus tutores


Reprodução/Instagram @noplans.justoptions

Após ter que ficar separada de sua família por conta da pandemia de coronavírus, a cadela Pipsqueak finalmente voltou para casa. Mas para isso precisou encarar uma viagem de mais de 16 mil quilômetros.

Em março, Zoe e Guy Eilbeck, e seus filhos Cam e Max, realizavam uma viagem de iate ao redor do mundo na companhia da cadela. Com a chegada da pandemia, os planos mudaram e a família teve que embalar seus objetos em menos de 48 horas e voltar para casa.

A família não imaginava, no entanto, que teria que ficar longe da cadela durante meses. Isso porque as rigorosas regras da Austrália para a entrada de cães no país impediram que Pip viajasse com seus tutores.

O casal e seus filhos saíram da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, e foram para Sydney, na Austrália, enquanto a cadela ficou na casa de amigos norte-americanos. Até agosto, Pip passou por quatro casas em cidades diferentes.

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Após regularizar documentos exigidos pelo governo australiano e submeter a cadela a exames que comprovaram que ela estava saudável, a família conseguiu autorização para trazer Pip para casa. No entanto, havia mais um obstáculo: alguém teria que viajar com o animal pela Nova Zelândia para colocá-la em um voo de Los Angeles a Auckland.

O cancelamento de voos e a dificuldade para transportar a cadela em meio ao verão – quando muitas companhias aéreas evitam esse tipo de transporte – tornaram a situação ainda pior. Mas através das redes sociais, Zoe encontrou uma funcionária de uma ONG que se voluntariou para voar com a cadela pelos Estados Unidos.

Após 11 dias de quarentena e quatro voos cancelados, Pip voltou para sua família. Ela viajou embaixo de um assento do avião e foi recebida pela mídia local, que aguardava para registrar o reencontro.

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