Uma dieta vegetariana estrita é um importante aliado para o controle do colesterol “ruim”


Pixabay

Os níveis de colesterol LDL – as vezes chamado de colesterol “ruim” – tornam-se significativamente menores quando você consume alternativas à base de vegetais como fonte de proteínas no lugar de carne à base animal, de acordo com um novo estudo conduzido pela Universidade de Stanford, publicado no American Journal of Clinical Nutrition.

A pesquisa, chamada de “SWAP-Meat Study”, baseou-se em um estudo ao longo de oito semanas com 36 participantes que receberam produtos tanto de base animal quanto de base em plantas em duas fases, além de aconselhamento dietético, avaliações de laboratório, avaliações de microbioma e medições antropométricas.

Os resultados mostraram que os níveis de colesterol LDL caíram, em média, 10 miligramas por decilitro, o que é estatisticamente e clinicamente significante, em participantes que substituíram as fontes de proteínas de carne animal pelas de carne à base de plantas.

Estes participantes perderam, em média, 0.91kg durante o segmento de baseados em vegetais do estudo, e as carnes à base de plantas melhoraram as condições dos fatores de risco de doença cardiovascular como os níveis de N-óxido de trimetilamina (TMAO).

Os pesquisadores também notaram níveis semelhantes de ingestão de sódio e pressão arterial entre as fases de baseados em animais e baseados em plantas do estudo, desmentindo o mito de que o consumo de carnes à base de plantas causa maior ingestão de sódio.

“Observando o contraste de ingestão de baseados em plantas em comparação aos de base animal em adultos saudáveis de forma geral, ao mesmo tempo em que mantendo todos os outros componentes da dieta em níveis semelhantes, os produtos à base de plantas melhoraram as condições de diversos fatores de risco de doença cardiovascular, incluindo TMAO; sendo que os mesmos não apresentaram efeitos adversos nos fatores de risco”, concluiu o estudo.

Este estudo foi o primeiro ensaio clínico com produtos à base de vegetais da empresa Beyond Meat, financiado por uma doação irrestrita da companhia; no entanto, a Beyond Meat não teve envolvimento no planejamento ou condução do estudo e nem participou na análise dos dados.


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