Cão resgatado com fratura precisa de ajuda financeira para não ter pata amputada

Mariana
August 11, 2020

Foto: Arquivo pessoal

Alecrim foi resgatado com uma fratura na pata em Montes Claros (MG) após ser encontrado em um matagal próximo a um lixão. Comovida com o sofrimento do animal, Eva Costa Silva o levou para casa. Agora, ela luta para arrecadar R$ 2 mil para operar o animal, impedindo assim que ele tenha a pata amputada.

“Ele estava deitado no mato, cheio de espinhos e carrapichos pelo corpo”, contou Eva sobre o momento em que encontrou o cachorro, que provavelmente foi atropelado.

Em entrevista ao G1, ela explicou que o cão estava choramingando muito por causa da dor e passou a noite assim. “Nem dormi direito preocupada com ele, dei dipirona e improvisei uma tala para amenizara dor”, completou.

Após pedir ajuda, no dia seguinte, para o Projeto Casa da Dinda, o cão foi levado para um abrigo, passou por consulta e foi vacinado.

“Estamos buscando ajuda financeira para arcar com as despesas do procedimento cirúrgico e com os exames que fica em torno de R$ 2 mil. Se não conseguirmos, vai ser necessário amputar a patinha porque a amputação é mais barata, fica menos de R$ 500”, explicou a coordenadora da Casa da Dinda, Marília Diniz.

Dois veterinários avaliaram Alecrim e disseram que a cirurgia é necessária. Segundo a veterinária Alessandra Viana Mendes Colares, o uso de tala ortopédica não resolveu o problema.

“Ele teve fratura completa com descolamento do osso. Inicialmente, colocamos a tala para evitar um gasto maior e aguardamos por alguns dias. Porém, quando retiramos percebemos que não houve calcificação. Ele precisa fazer um raio-x para diagnóstico do tipo de fratura e depois a cirurgia”, disse.

Se não for feita a cirurgia de correção do problema ósseo ou de amputação, Alecrim pode morrer. “Se não for feito nenhum dos procedimentos, a ponta do osso pode ir perfurando a pele e necrosar a região. Isso gera um quadro de infecção generalizada podendo levar ao óbito”, explicou a veterinária.

Apesar das dificuldades, amor não falta, e foi justamente esse sentimento que levou à escolha do nome do cachorro. “Alecrim pra mim remete paz, amor, serenidade e tranquilidade e é assim que eu o vejo. Quando estava tirando os espinhos, ele me olhava com olhava com amor e com gratidão. Me passou esse sentimento o tempo todo”, contou Eva.

“Ele é muito afetivo e dócil. Alecrim ainda não aguenta correr, mas gosta de brincar e interagir com a gente do jeitinho dele. Já criamos um carinho e um vínculo de afeto por ele”, confirmou a coordenadora Marília Diniz.

Para ajudar com os custos da cirurgia, basta entrar em contato com a Casa da Dinda pelas redes sociais ou pelo telefone (38) 9 – 9174 -2441.


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