Barbárie

Homem agride cão até a morte, assa o corpo e come em Curitiba (PR)

A polícia encontrou sangue no chão da casa onde o rapaz vive e restos mortais do cachorro no forno

Pixabay/Imagem Ilustrativa
Pixabay/Imagem Ilustrativa

Um homem agrediu um cachorro até matá-lo, depois assou seu corpo e consumiu a carne em Curitiba, no Paraná. Na manhã de quinta-feira (6), uma equipe da Polícia Civil esteve na casa do agressor, mas não o encontrou.

O delegado Matheus Laiola afirmou ao G1 que o caso foi descoberto por conta de uma denúncia. O denunciante revelou que um rapaz teria matado um cão a chutes no dia 29 de julho e, em seguida, teria oferecido a carne aos vizinhos, tentando vendê-la como se fosse de porco.

A polícia informou ainda que o jovem tem passagens pela polícia por agressão, violação de domicílio e porte de simulacro de arma de fogo. Um irmão dele contou que o rapaz, que tem 19 anos, é viciado em drogas e mantém pouco contato com seus familiares.

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Homem é flagrado carregando cachorro morto, segundo a polícia (Foto: Reprodução/Polícia Civil)

Laiola esteve no local do crime e, segundo ele, havia rastros de sangue pela casa e restos do corpo do cachorro no forno.

Assim que for localizado, o jovem irá responder por maus-tratos a animais, crime punido com detenção de até um ano, além de multa.

Um porco, um boi e 180 frangos mortos por segundo

Matar, assar e comer o corpo de um cachorro é um crime bárbaro que causa espanto e indignação. No entanto, os mesmos atos praticados contra outras espécies são tratados com naturalidade.

O Brasil mata um porco, um boi e 180 frangos por segundo, de acordo com dados do IBGE. Condenados a sofrimento inimaginável, esses animais vivem vidas miseráveis. Presos em locais pequenos, submetidos a procedimentos dolorosos (como castração sem anestesia, no caso dos filhotes de porco), transportados em caminhões superlotados, mortos como se fossem coisas. Não há diferença.

Assim como os cães, os demais animais também querem viver. E por entender que eles têm o direito à vida, a ANDA faz aos seus leitores um convite à reflexão e deixa um questionamento: que tal promover uma mudança de hábitos, fazendo seu coração falar mais alto do que o seu paladar?


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


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