Dia Internacional da Amizade

Tutora exalta gestos de companheirismo e de amizade do seu cachorrinho

Cãozinho esteve presente nos momentos mais difíceis da vida dos seus tutores, ajudando-lhes a superar todos os momentos ruins.

Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal/ Luciana Gusmão

É certo que a amizade deve ser celebrada todos os dias, mas existe no calendário uma data especial, conhecida mundialmente como o Dia Internacional da Amizade. No Brasil, Argentina e Uruguai, a data é comemorada no dia 20 de julho, apesar da sugestão da Assembleia Geral das Nações Unidas de que todos os países-membros celebrassem o Dia Internacional da Amizade, no dia 30 de julho.

Esta data foi estabelecida pela Assembleia de Geral das Nações Unidas, em 27 de abril de 2011, como Dia Internacional da Amizade em todo planeta.

A data foi criada pelo médico paraguaio Ramón Artemio Bracho, fundador da Cruzada Mundial da Amizade, campanha que visava a difusão da cultura de paz ao realçar a importância da boa convivência entre os povos. Todo dia 30 de julho o médico conclamava os paraguaios a reunirem-se para realizar diversas atividades sociais e culturais, com o propósito de oferecer ajuda mútua, fortalecendo assim os valores da amizade.

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A amizade é um sentimento valoroso que, por muitas vezes, podemos contar nos dedos das mãos quem são os nossos amigos verdadeiros, e sobretudo, com quem podemos contar nos momentos mais difíceis da nossa vida.

Além dos humanos, os animais domésticos desempenham muito bem esse papel, afinal eles são leias, carinhosos e principalmente companheiros, estando do nosso lado nos momentos mais problemáticos da nossa vida.

Esse é o caso do pequeno cachorrinho Théo, que foi adotado pela operadora de caixa, Luciana Silva Gusmão, 34 anos. Após ter sido cuidado por uma clínica veterinária na Região da Grande SP.

“Ele estava à venda por 2 mil reais, e na época não tinha dinheiro para comprá-lo, só que a veterinária que cuidava dele teve um coração imenso, e decidiu doar e, desde esse dia, ele está aqui em casa comigo e com meu esposo”, disse a tutora em entrevista à ANDA.

Théo chegou com cinco meses de vida na casa de Luciana, em julho de 2016, e imediatamente se tornou um membro da família.

“Esse anjinho é um membro da minha família, quando me perguntam se tenho filhos? Eu digo que tenho um filho de quatro patas”, afirmou a protetora.

Ressaltando que o pequeno cãozinho esteve nos momentos mais difíceis, tanto da vida dela, quanto na da vida do seu esposo. “Quando minha mãe faleceu em fevereiro de 2017, eu estava chorando, e ele puxou minhas mãos e lambeu meu rosto, enxugando minhas lagrimas”, enfatizou Luciana.

Segundo a protetora, hoje ela não se vê mais sem a presença do pequeno cachorrinho. “Ele me alegra, trouxe um novo ar para minha vida, e para a vida do meu esposo”, salientou a cuidadora.

Foto: Arquivo Pessoal/ Luciana Gusmão

“Ele é muito companheiro. Quando meu marido trabalhava à noite, ele vinha dormir comigo na minha cama, me fazendo companhia todas as noites”, declarou Luciana em entrevista à ANDA.

Para a operadora de caixa, cada segundo com seu amigo de quatro patas é importante e principalmente prazeroso. “Eu sei que a vida do Théo é curta e, por isso, que queremos ficar sempre do lado dele”, disse.

Veja no vídeo abaixo, todo o companheirismo do cachorrinho Théo:

A protetora ainda afirma que já deixou de ir em festas por que não poderia levar seu pequeno cãozinho. “Quando alguém nos convidavam para ir em algum lugar, perguntávamos se poderia levar o Théo, se não pudesse, não iriamos”, enfatizou a cuidadora.

Superando o luto

Já para o metalúrgico, Valdir da Silva, 44 anos, esposo da Luciana, o pequeno cãozinho está sendo muito importante para amenizar a dor pela perda do seu pai, que recentemente veio a falecer na cidade de São Bernardo do Campo.

“O Théo está sendo muito importante nesse momento difícil, ele me faz muita companhia, onde nós estamos ele está do lado, não deixa a gente se sentir sozinhos de maneira alguma”, disse Silva.

Foto: Reprodução/ Facebook/ Luciana Gusmão

Valdir ainda ressalta que além de ser um bom companheiro, o pequeno animal está diretamente ligado a rotina da sua casa. “Ele é muito importante para nossa rotina, para todos os lugares que nós vamos levamos ele, exceto supermercado que é proibido a entrada de animais”, contou.

Foto: Arquivo Pessoal/ Luciana Gusmão

Ele acrescenta ainda que o bem-estar do animal na sua residência é primordial. “Nós colocamos uma câmera na sala, para quando o Théo não pude ir conosco em algum lugar, possamos ficar observando a reação dele”, concluiu.


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