Arara abandonada em caixa de papelão teve as penas arrancadas

Foto: PMA/Divulgação

A arara-canindé abandonada em uma caixa de papelão na cidade de Nioaque (MS) não arrancou suas próprias penas. De acordo com um veterinário, o animal teve a plumagem arrancada de maneira cruel.

Resgatada, a ave chegou faminta ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres na terça-feira (21).

O animal silvestre foi examinado pelo veterinário Lucas Cazati. “Há casos de aves submetidas a estresse severo que acabam arrancando algumas penas, mas não todas como aconteceu com essa, e também ela não teria como tirar penas da parte de trás da cabeça”, disse o especialista ao G1.

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No corpo da arara só restaram penas na região do pescoço e da cabeça. Segundo o profissional, a crueldade a qual a ave foi submetida provoca intenso sofrimento.

“Quando a gente precisa extrair uma pena para fazer exames aqui, isso é um procedimento doloroso demais. O animal demonstra muita dor”, explicou.

Após averiguar o tamanho do bico da arara, o veterinário constatou que se trata de um animal adulto. Um exame irá explicitar ainda o sexo da ave.

Resgatada no dia 19 de julho, a arara-canindé foi salva por agentes da Polícia Militar Ambiental que foram acionados por pessoas que a encontraram abandonada.


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