Gatinha adotada ensina o verdadeiro significado da palavra amizade

Renê Costa
July 20, 2020

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal

Hoje, dia 20 de julho, é comemorado o Dia do Amigo no Brasil. A data foi criada em 1969, na Argentina, pelo médico Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, momento em que as pessoas acreditavam que a chegada do homem no satélite terrestre seria uma oportunidade de fazer novos amigos em toda parte do universo. O médico argentino enviou cerca de 4 mil cartas para diversos países com intuito de instituir o Dia do Amigo.

No dia em que é celebrado a amizade, nós seres humanos temos uma boa oportunidade para lembrarmos da importância de ter amigos para compartilharmos os bons momentos e, claro, para fazer companhia nas horas mais difíceis da vida.

Além dos humanos, os animais domésticos desempenham muito bem esse papel, afinal eles são leais, carinhosos e enchem o dia a dia dos tutores de graça e alegria.

Esse é o caso da pequena gatinha Lilica, que foi adotada pela fisioterapeuta Nayara Pereira Caldeira, de 28 anos, após ser encontrada no quintal da casa da cuidadora junto com os seus filhotes.

“Como nós sempre tivemos animais em casa, minha mãe sempre teve o hábito de deixar um pouquinho de ração e água fora da nossa residência, e um certo dia para nossa surpresa, a Lilica apareceu aqui em casa com os seus cinco filhotes”, disse a fisioterapeuta em entrevista à ANDA.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Segundo a cuidadora, após encontrá-la com suas crias, foi decidido que a pequena gatinha seria adotada, mas, infelizmente, os filhotes não poderiam ficar com mãe, pois a situação financeira da família não permitia acolher tantos animais.

“Foi muito difícil afastar ela dos seus filhotes, a cada filhote que conseguíamos um novo lar era um sofrimento para nós e para ela”, pontuou Nayara.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Lilica chegou a casa da família Pereira no começo de 2018 e, imediatamente, se tornou um membro da família, compartilhando o espaço com o outro gato da casa. “Quando ela chegou aqui em casa, ela me escolheu como sua tutora, se apegando muito comigo”, afirmou a cuidadora.

Nayara ressalta que atualmente a gatinha só dorme em casa, quando ela está na residência. “Geralmente eu não durmo em casa no sábado, e quando eu chego em casa no domingo, minha mãe sempre me fala, que ela (Lilica) dormiu fora de casa”, conta a tutora.

Segundo a fisioterapeuta, hoje ela não se vê mais sem a presença da pequena gatinha. “Ela é minha companheira de todas as horas, se eu levanto ela vem atrás, se deito quer deitar também, sem contar o carinho diário dela por mim”, disse.

Gatinha adotada demonstra o verdadeiro sentindo da palavra amizade em São Paulo
Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Ela lembra ainda os momentos de maior demonstração de afeto de sua gatinha. “Ela é extremamente carinhosa, ela dorme do meu lado colocando as patinhas sobre a minha mão, demonstrando todo seu amor por mim”, relembrou a fisioterapeuta.

“Agradeço a Deus por ele ter colocado esse anjinho de quatro patas na minha vida”, concluiu a Nayara.

Amor em dobro

Mas quem pensa que a família Pereira se limita a dar carinho e amor somente a gatinha Lilica, se engana. Além da gata, a família cuida de mais um gato na sua residência na cidade de São Bernardo do Campo, Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo a zeladora Deuzana Pereira, 50 anos, mãe de Nayara, Mimi como foi batizado o lindo gato, é completamente diferente da gatinha Lilica.

“A Lilica é extremamente amorosa, já o Mimi não gosta de muito carinho, ele é mais agitado, ele gosta mais de brincar com seus brinquedinhos, andar pelo quintal, enquanto ela é muito mais tranquila”, afirmou a cuidadora.

Foto: Arquivo Pessoal/ Nayara Caldeira

Para a zeladora, os animais são muito importantes para a rotina da família. “Eles são meus bebês, quando eles estão doentes ou fogem aqui de casa eu fico desesperada, trato eles como membros da família mesmo”, salientou.

Ela explica ainda teme pelos animais e que sua maior preocupação é a segurança deles. “Eu fico preocupada principalmente com a Lilica, às vezes, gatos maiores vêm aqui no quintal de casa e batem nela. E o Mimi, porque ele foi criado só dentro de casa, tenho medo dele fugir e não voltar mais”, concluiu.


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