Bombeiros doam filhote de gato a crianças após morte de animal da família


Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros do Acre

Tristes com a perda de um gato que morreu após ser picado por abelhas, três crianças ganharam um filhote doado por bombeiros que prestaram socorro ao animal, numa tentativa de consolar o coração de Gabriela Amanda, de 6 anos, Bruna Carla, de 8, e Danilo Henrique, de 11 anos.

O caso aconteceu em Rio Branco, no Acre. No último sábado (11), as abelhas picaram a família e o gato Chico, que foi o mais afetado pelo acidente ocorrido enquanto um trator, que limpava a rua onde mora a família, esbarrou em um enxame.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e isolou a área. Ferido, Chico foi socorrido e levado para o veterinário. Ele era o xodó da comerciante Fabiane Resende e de seus filhos.

“Era um bebê, comia mingau e dormia na cama delas [das crianças]. Temos outro gato, mas esse é mais velho. O bombeiro falou que ele estava vivo, todo mundo orou para ele melhorar e voltar logo. Ficavam perguntando quando que voltaria, falei que na segunda. Mas, hoje [segunda-feira] ligaram falando que ele tinha morrido”, revelou Fabiane, em entrevista ao G1.

A morte do gato abalou as crianças. Comovidos com a situação, os bombeiros doaram um novo gatinho à família. “Ligaram dizendo que tinham conseguido um. Falei que tinha que ser preto. Mostrei as fotos para eles [filhos] e se apaixonaram na hora. Disseram que vai se chamar Chico também, já colocaram até a coleira dele, levaram para a casa e fizeram mingau. Estão no xodó, não querem nem saber de mim”, contou a mãe.

A tenente do Corpo de Bombeiros, Dayanne Andrade, participou do momento em que o novo membro da família foi entregue.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros do Acre

“Os militares deram de presente para a família um novo gatinho, que embora não possa substituir o animal anterior trouxe alegria ao coração dos pequenos. A corporação carece de apoio de veterinários que auxiliem nesse tipo de ocorrência e pede que os profissionais que possam dar apoio em resgate de animais domésticos ou selvagens que entrem em contato através do 193”, frisou.

De acordo com a tenente, animais silvestres são levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), mas os domésticos não têm para onde ir, por isso os tratamentos são custeados pelos bombeiros.

“Resgatamos muitos animais feridos. Os animais silvestres são atendidos pelo Cetas, mas os domésticos como gatos e cachorros não têm para onde serem levados. Fazemos um apelo para os veterinários. O doutor Marcelo Feltrin, que nos atendeu prontamente nessa ocorrência, prestou todos os cuidados ao animal intoxicado”, concluiu.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.



Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

SOLIDARIEDADE

NOVOS LARES

RIO CLARO (SP)

EXTINÇÃO

VISIBILIDADE

CANADÁ


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>