Exemplo

Interesse por adoção de animais durante pandemia continua a crescer em Divinópolis (MG)

A adoção de um animal pode ajudar a pessoa a enfrentar a solidão da quarentena, mas deve ser feita de maneira responsável

Reprodução/Pixabay/Photosforyou/Imagem Ilustrativa
Reprodução/Pixabay/Photosforyou/Imagem Ilustrativa

O aumento do número de interessados em levar um animal abandonado para casa, registrado no início da pandemia de coronavírus, continua a crescer em Divinópolis, no interior de Minas Gerais. A Sociedade de Proteção dos Animais da cidade tem sido constantemente procurada por pretensos adotantes.

Os voluntários da entidade deixam claro, no entanto, que a adoção deve ser feita de maneira responsável e que o tutor deve planejar sua vida pós quarentena para incluir o animal no seu dia a dia.

Para a psicóloga clínica Amanda Amaral, a adoção de um animal pode ajudar a pessoa a enfrentar a solidão da quarentena.

FAÇA PARTE DO #DiaDeDoarAgora EM 5 DE MAIO

“Um animal tem a capacidade de preencher ambientes, promove interação entre os membros da casa. Se houver criança em casa, esse animal vai despertar o senso de cuidado dessa criança. Além de tudo, alegra o ambiente e desperta bons sentimentos que são o cuidado, o amor, o carinho. Uma excelente opção neste momento em que a solidão ganha espaço nos lares. Mas é preciso ter responsabilidade no ato de adotar”, afirmou Amanda, em entrevista ao portal G1.

De acordo com a voluntária da Sociedade Protetora dos Animais, Suila Viana, os adotantes são entrevistados para que a entidade avalie se ele tem condições e responsabilidade suficientes para levar o animal para casa.

Após a entrevista, caso o candidato à adoção seja aprovado, o animal vai para o seu novo lar, mas não deixe de ser monitorado pela ONG.

“Graças a Deus, nesse período a gente tem conseguido doar muitos animais. Os adotantes passam por uma entrevista com a gente, assinam um terno em que eles se comprometem a dar continuidade à vacinação, fazer a castração, se ainda não tiver sido feita. A gente faz um acompanhamento durante e depois da adoção desse animal”, explico Suila.

Uma das tantas pessoas que decidiu mudar a vida de um animal abandonado durante a quarentena foi a fisioterapeuta Janayna Pereira. Ela optou por adotar um cachorro neste momento porque os filhos, Lucas e Luiza, estão mais tempo em casa, já que não estão indo à escola por conta do coronavírus. Na opinião dela, o tempo livre das crianças permite que eles interajam mais com o cão.

“Com essa pandemia, a gente tem mais tempo em casa e eles também e o Lucas vinha sempre pedindo e resolvemos adotar. Os meninos agora têm mais atividades, eles já estavam entediados de ficar em casa, sem poder sair, agora com o Pigues eles ajudam a cuidar, dar ração, limpar a sujeira que ele faz, eles estão mais ativos”, contou Janayna.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui