Jardim do tamanho de campo de futebol reúne mais de 300 tipos de ervas medicinais


Foto: Ponte Para a Luz/Hypeness

Do tamanho de um campo de futebol, o Jardim da Paz, em Sertãozinho, município do interior de São Paulo, reúne mais de 300 variedades de ervas medicinais. Doze canteiros feitos em formato de mandalas compõem o jardim. Cada um deles dedicado a cuidar, através das ervas, de uma parte diferente do corpo humano.

O jardim foi criado em 1996 pela terapeuta Marlei Balbo. Atualmente, segundo o portal Hypeness, muitos funcionários cuidam do local, que atende a Associação Civil Ponte Para Luz.

A entidade, administrada por Marlei, oferece terapias alternativas a moradores da periferia do município de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Além disso, os pacientes também recebem parte da colheita, por meio de doação semanal.

O espaço onde está localizado o jardim conta também com um sistema próprio de compostagem para evitar a produção de resíduos, uma farmácia de manipulação de fitoterápicos e um herbário – isso é, uma coleção de plantas dessecadas, conservadas e organizadas segundo uma sistemática, para fins de pesquisa científica.

Foto: Ponte Para a Luz/Hypeness

As plantas do local são destinadas ao cuidado da saúde humana, reforçando a ideia de que a manutenção da saúde das pessoas vem da terra, da natureza. Cada canteiro está relacionado a uma parte do corpo humano. Há espaços no jardim com ervas usadas para cuidar do sistema reprodutor, digestivo, urinário, circulatório, respiratório, endócrino, nervoso central e periférico, ósseo, imunológico, locomotor e muscular.

O local é uma espécie de farmácia natural que, além de ser mais saudável do que a farmácia convencional, não condena animais a sofrimento, como é feito pela indústria farmacêutica, que explora animais em experimentos científico que, além de cruéis, são desnecessários, conforme explicou à revista Veja o médico norte-americano Ray Greek.

“A falácia nesse caso é de que devemos testar essas drogas primeiro em animais antes de testá-las em humanos. Testar em animais não nos dá informações sobre o que irá acontecer em humanos. Assim, você pode testar uma droga em um macaco, por exemplo, e talvez ele não sofra nenhum efeito colateral. Depois disso, o remédio é dado a seres humanos que podem morrer por causa dessa droga. Em alguns casos, macacos tomam um remédio que resultam em efeitos colaterais horríveis, mas são inofensivos em seres humanos. O meu argumento é que não interessa o que determinado remédio faz em camundongos, cães ou macacos, ele pode causar reações completamente diferentes em humanos. Então, os teste em animais não possuem valor preditivo. E se eles não têm valor preditivo, cientificamente falando, não faz sentido realizá-los”, explicou o especialista, que não é ativista pelos direitos animais e defende o fim dos testes em prol da ciência.

Foto: Ponte Para a Luz/Hypeness
Foto: Ponte Para a Luz/Hypeness

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