Explorados para consumo, três mil frangos amontoados em caminhão sofrem acidente


Foto: CBMDF/Divulgação

Cerca de três mil frangos, explorados para consumo humano, foram vítimas de um acidente na última quinta-feira (7) na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), no Distrito Federal. Os animais estavam amontoados em um único caminhão.

O Corpo de Bombeiros informou ao G1 que o caminhão tombou na margem da rodovia. O motorista disse que perdeu o controle da direção depois de colidir contra um carro. O condutor do caminhão e do veículo não se feriram.

Embora não tenham sido divulgadas informações sobre as aves terem se ferido ou morrido, as condições em que eram mantidas – amontoadas em pequenas caixas -, e o acidente em si levam a crer que ao menos ferimentos boa parte delas sofreu, havendo grande possibilidade de mortes terem sido registradas.

Exploração e sofrimento

Imagine-se sendo transportado num espaço minúsculo para o seu tamanho, com outras pessoas amontoadas sobre você. Imagine o calor, a agonia, o desespero. Imagine o caminhão tombando, você se ferindo, tentando sair daquele local e não conseguindo e vendo mortes ao seu lado.

Foto: CBMDF/Divulgação

A primeira parte é o que vivem as aves exploradas para consumo rotineiramente. A segunda não é rotina, mas são acidentes que ocorrem com certa frequência.

A indústria condena os animais – todos eles, não apenas as aves – a sofrimento inimaginável. O transporte é sempre um momento dramático. Porcos, bois, aves, todos os animais são submetidos a um transporte desumano, caracterizado por: superlotação; contato com seus próprios excrementos; falta de espaço para descansar durante a viagem, que muitas vezes dura horas; calor ou frio, além de chuva e vento; e fome e sede, já que eles não são alimentados nem recebem água durante o percurso.

Não bastasse tamanho horror, ao final de todo sofrimento que são submetidos durante a vida, esses animais acabam em um matadouro, onde suportam mais uma fase de dor física e psicológica, para chegar ao prato da população.

A única forma de se posicionar contra tamanha crueldade é não consumir produtos de origem animal ao entender que cerca de 10 minutos de satisfação no paladar não são mais importantes do que deixar de ser responsável por uma vida inteira de sofrimento de um animal.


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