Hipopótamo mais velho da Austrália morre aprisionado em zoo


Ilustração | Pixabay

Brutus, o hipopótamo mais velho da Austrália, teve sua morte induzida hoje (07) pela equipe de veterinários do zoológico de Adelaide. O animal tinha 54 anos e era considerado idoso. Segundo a administração zoo, Brutus estava com a saúde fragilizada e sofreria com a chegada do inverno. O hipopótamo nasceu no zoo de Taronga, em Sydney, e nunca soube o que é viver em liberdade. Em 1975, ele foi transferido para Adelaide, onde encontrou a exploração e a condenação à morte.

Hipopótamos são nativos da África. Seu nome tem origem no grego e significa “cavalos do rio”, devido a necessidade da espécie de viver em ambientes subaquáticos. Na natureza vivem em grandes grupos e podem andar até 1,3 km por dia em busca de alimento. Brutus foi privado desde o nascimento de todo tipo de interação saudável com outros membros de sua espécie e nunca pode desfrutar de seu próprio habitat. Além de viver aprisionado para entretenimento humano, ele também foi explorado para reprodução.

Aprisionados e submetidos ao estresse de viver em pequenos recintos por anos a fio e à interação forçada com visitantes todos os dias, animais mantidos em zoo têm sérios problemas de saúde mental e psicológica. O cativeiro de animais selvagens tem como único objetivo trazer lucro financeiro aos zoológicos às custas do sofrimento de espécies retiradas de seu habitat e condenadas à prisão perpétua sem terem cometido crime algum.

Nota da Redação: zoológicos e outros locais que aprisionam animais devem ser completamente extintos. Casos como o de Brutus servem para alertar a população mundial sobre a injustiça e crueldade escondida atrás de zoológicos e outros locais que mantém animais em cativeiro apenas para divertimento humano. É preciso clarear a consciência para entender e respeitar os direitos animais. Eles não são objetos para serem expostos e servirem ao prazer de seres humanos. Apesar das boas intenções ao instaurar o fechamento do estabelecimento, o fato de nada ter mudado para a maioria dos animais enclausurados, representa muito mais uma ação política do que uma real preocupação com a situação dos animais em cativeiro.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 


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