Portugal

Veterinários pedem que infectados pelo coronavírus evitem contato direto com animais

A medida é para evitar a contaminação superficial dos animais já que cães e gatos não transmitem o COVID-19

Pixabay
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A Ordem dos Médicos Veterinários de Portugal é mais uma organização a atestar que os animais domésticos não pegam e nem transmitem o novo coronavírus, o COVID-19. “Até hoje, não há qualquer evidência científica de que os animais de companhia possam transmitir o vírus aos seus tutores. O novo coronavírus transmite-se de homem a homem”, disse à agência Lusa, de Portugal, o veterinário Jorge Cid.

No entanto, ele recomenda que, por precaução, quando alguém estiver infectado pelo COVID-19 repasse a uma pessoa saudável os cuidados de seus animais. Se isso não for possível, o doente deve acariciar seu animal apenas depois de usar álcool gel, conforme também recomenda a Word Small Animal Veterinary Association (WSAMA).

A medida visa não provocar contaminação superficial nos animais, pois, embora não peguem nem transmitam a doença, podem carregar o vírus por algum tempo em seus pelos da mesma forma que na superfície de talheres, copos, corrimão de escada e todo tipo de coisa que os doentes toquem.

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Claro que ninguém que esteja doente precisa se desfazer de seus animais, mas é bom evitar beijos e abraços caso esses animais também convivam com outras pessoas.  Até mesmo uma pessoa que more sozinha com seus animais pode, por precaução, acariciá-los somente depois de usar álcool gel nas mãos. Veja mais informações AQUI

A Ordem dos Médicos Veterinários aconselhou também as clínicas e hospitais a reduzirem o atendimento às urgências e evitar cirurgias de rotina. “Todas as clínicas do país reduziram os seus recursos humanos para protegerem o pessoal. Quem precisar de atendimento presencial deve permanecer no exterior das instalações enquanto espera pelo animal”, disse o veterinário português.


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