EnglishEspañolPortuguês

Repórter atropela cadela na PB e não presta socorro

4 de fevereiro de 2020
2 min. de leitura
A-
A+
Imagem da câmera de segurança do condomínio que mostra o atropelamento | Reprodução

No final de semana, uma usuária do Instagram identificada como Maria Clara publicou um vídeo do atropelamento de uma cadelinha em um condomínio em João Pessoa (PB).

O repórter Emerson Machado, conhecido como Môfi, que trabalha para a TV Correio, afiliada da rede Record, estava dirigindo uma caminhonete Toyota Hilux em área com limite de velocidade de 30 km/h quando passou por cima do animal.

Maria Clara, que era a tutora da cadelinha Penélope, denunciou no Instagram que quando foram falar com Machado, ele disse que não viu nenhum cachorro e “perguntou qual era o preço dela para dar outra.”

“O condomínio tem um limite de velocidade a ser seguido (30km/h) por conta de ter muitas crianças e animais como residentes.” Maria Clara criticou que após o atropelamento, Emerson Machado não voltou para prestar socorro. “Não venha me falar que não viu porque qualquer ser humano em sã consciência teria visto, e não venha tentar me comprar oferecendo dinheiro”, desabafou Maria Clara.

Em sua defesa, o repórter alegou em um vídeo também compartilhado nas redes sociais que estava levando um rapaz para a UPA para suturar o dedo no momento do atropelamento. “Se eu tivesse visto a cachorra eu não teria atropelado ela. E eu não estava bebendo, quem me conhece sabe que eu não bebo”.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Você viu?

Ir para o topo