Retrocesso

Presidente da Câmara de Viana do Castelo, em Portugal, defende a morte de cães abandonados

Foto: Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

José Maria Costa se posicionou contra a lei que proíbe que cães abandonados sejam submetidos à morte induzida


O Presidente da Câmara de Viana do Castelo, em Portugal, José Maria Costa (PS), defendeu recentemente a morte de cachorros abandonados. A justificativa para incentivar tamanha atrocidade se deve ao fato de que cães têm matado outros animais, como cabras e ovelhas, e de que os canis municipais estão lotados.

Foto: Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Em uma reunião com o Poder Executivo, Costa criticou a lei que proíbe que estes cães sejam submetidos à morte induzida.

“A própria Ordem dos Veterinários tem tomado posições na defesa dos municípios e o que temos, neste momento, é que estamos todos confrontados no país com a lotação esgotada dos canis municipais e não temos solução para o problema”, sublinhou, segundo o portal português JN.

Ele falou ainda sobre a necessidade de programas de adoção. “O problema sobra sempre para os mesmos: os municípios. Nós não temos solução. Se abrirmos um novo canil para 100 animais, dentro de três a quatro meses, está completamente esgotado”, disse.

O parlamentar defendeu que “é preciso, de uma vez por todas, que haja uma reavaliação desta legislação e que a Assembleia da República ouça a Direção-Geral de Veterinária e Ordem dos Veterinários e que se possa aconselhar com aqueles que são os principais interessados na qualidade de vida e no bem-estar animal” e que “enquanto não tivermos uma solução, temos de defender o sacrifício dos animais”.

Nota da Redação: tirar a vida de animais saudáveis é uma prática injustificável e cruel. Animais que brigam e matam outros animais o fazem por instinto e não devem ser punidos, com a morte, por isso. A ANDA, como defensora dos direitos animais, posiciona-se contra esta proposta bárbara do presidente da Câmara de Viana do Castelo e reforça a necessidade de defender o direito à vida e à integridade física de todo animal.


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