Inovação

Filme “O Chamado da Floresta” adota inteligência artificial para não usar cachorro como ator

Em vez de procurar uma mistura de São Bernardo e do Collie Escocês, os produtores do filme optaram por animar o cão Buck com ajuda de computador


 

AP

No filme, “The Call of the Wild” (O Chamado da Floresta), que estreou no dia 20 de fevereiro, o personagem de Harrison Ford, John Thornton, rouba um cachorro e os dois se tornam os melhores amigos. A novidade sobre o filme é que o cachorro utilizado não é real e sim resultado de uma tecnologia do computador que permite transformar um ator, em cachorro.

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Em vez de procurar uma mistura de São Bernardo e do Collie Escocês , que custa aproximadamente 800 reais, os produtores do filme optaram por animar o cão Buck com gráficos de computador.  Terry Notary, ex-artista do Cirque du Soleil, foi recrutado pelo diretor Chris Sanders para fazer o papel do cão.

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O resultado final foi elogiado como “absolutamente de tirar o fôlego” por ativistas do bem-estar animal, que ficaram orgulhosos com a decisão dos produtores de não explorar animais em cena.

A técnica utilizada usou gráficos de computado e captura de movimento CGI (Computação Gráfica Imaginária), que é uma realidade 3D. A técnica é a mesma usada na criação do personagem fictício Gollum em “O Senhor dos Anéis”.

New Line/Kobal/REX/Shutterstock

Terry Notary disse ao Business Insider: “É tão libertador. Eu apenas brinquei como uma criança em um quarto, imaginando que eu era um cachorro”. Com a técnica, diferentes sensores no rosto do ator capturam suas expressões e combinam com o áudio gravado pelo ator posteriormente.

Warner Bros

A organização de bem-estar animal PETA (Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais), postou no Twitter: “Impressionante! O novo filme de Harrison Ford, #CallOfTheWild, usa animais 100% CGI”.

Confira o trailer do filme aqui:


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