Marca de cosméticos Suave agora é livre de crueldade


Com a mudança, a Suave se junta a outras marcas da Unilever que agora são livres de crueldade, como a Dove, que adotou nova postura em outubro de 2018


Fonte: Veganagente

A marca de cuidados pessoais da empresa Unilever, a Suave, agora é livre de crueldade e não realiza mais testes em animais. De acordo com um comunicado de imprensa, a medida é resultado de conversas com a organização animal PETA (Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais).

A marca é mundialmente famosa por seus produtos de higiene pessoal, como: xampus, condicionadores, sabonetes e desodorantes.  Segundo a empresa, uma em cada duas famílias americanas compra Suave e um produto é vendido a cada 14 segundos.

“Estamos muito satisfeitos por fazer parte do programa ‘Beauty Without Bunnies’ (Beleza sem coelhos) da PETA”, disse Berengere Loubater, diretor sênior de marca da Suave, em comunicado. E completou: “Nossos consumidores se preocupam com os animais e nós também! É por isso que temos orgulho de ser certificados pela PETA como livres de crueldade e continuamos a oferecer produtos de beleza de alta qualidade”.

Com a mudança, a Suave se junta a outras marcas da Unilever que agora são livres de crueldade, como a Dove, que  adotou nova postura em outubro de 2018.

Embora a Unilever não tenha eliminado totalmente os testes cosméticos em animais, está “trabalhando para mudanças regulatórias”, de  acordo com a PETA, que apoia uma proibição global de testes em animais há mais de 30 anos.

A Unilever é uma das principais fornecedoras mundiais de produtos de beleza, alcançando 2,5 bilhões de consumidores em mais de 190 países todos os dias. Em 2018, firmou uma parceria com a Sociedade Humana Internacional (HSI), uma organização sem fins lucrativos de proteção animal, para ajudar a empresa adotar métodos de teste sem o urso de animais.

A empresa, juntamente com a HSI,  também está estudando para treinar futuros cientistas a realizarem testes sem crueldade. Os dolorosos  testes cosméticos incluem irritação da pele e dos olhos dos animais porque ingredientes são pingados ou esfregados em coelhos, porquinhos-da-índia e ratos.

Esses testes causam dor e angústia aos animais, que podem incluir cegueira, olhos inchados, sangramento na pele, sangramento interno, danos a órgãos, convulsões e morte”, de acordo com o HSI. “O alívio da dor raramente é oferecido, e no final de um teste, os animais são assassinados, normalmente por asfixia, quebra de pescoço ou decapitação”.

A organização espera que a parceria “acelere a mudança de políticas no setor de cosméticos globalmente”. Atualmente, mais de 40 países adotaram proibições totais ou parciais em testes cosméticos em animais. Isso inclui a União Europeia, Israel, Índia, Turquia, Taiwan, Nova Zelândia e Guatemala e o estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Em São Paulo, uma lei estadual também proíbe o testes de cosméticos e de produtos de limpeza em animais.


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