Animais abandonados apresentam recuperação surpreendente após resgate


Moradores de cidades do litoral de São Paulo viveram experiências gratificantes ao salvar a vida de animais abandonados e observar a recuperação de cada um deles


Retirar um animal da rua e oferecer cuidados e amor a ele pode ser transformador. As histórias de um cachorro e uma gata resgatados no litoral de São Paulo são a prova disso.

Foto: Arquivo Pessoal

Desnutrido, com vermes e sarna, o cachorro foi encontrado na rua pelo auxiliar de serviços gerais Mauro Claro de Oliveira, de 35 anos, em Santos, no litoral de São Paulo. Comovido com a situação, ele colocou o animal em sua bicicleta e o levou para casa. As informações são do G1.

“Parece que ninguém via ele ali”, comenta Mauro. “Ele dormia na grama e não tinha o que comer. Eu sabia que ele ia morrer”, completa.

Com a ajuda de alguns amigos, Mauro pagou o tratamento veterinário. “Assim que chegamos em casa, dei banho e cortei os pelos. Corri atrás de ajuda veterinária e conseguimos tratar”, relata.

Quatro meses depois, Belo, como é chamado, está completamente diferente. Seus pelos cresceram e ele ganhou peso. Mauro, porém, ficou chateado com parte das pessoas que mantém em rede social após publicar novas fotos do cão. “Todos queriam adotá-lo, agora que ele estava limpo e saudável. Quando eu procurei ajuda para tratar dele, poucos abriram as portas”, desabafa.

Foto: Arquivo Pessoal

“Tire um cão de rua abandonado e ele retribuirá para o resto da vida. De ex-morador de rua a uma vida de rei”, diz uma publicação de Mauro na qual é possível ver o antes e o depois do cachorro.

A auxiliar de enfermagem Ângela Cavaggioni, de 47 anos, viveu uma experiência parecida ao resgatar uma gata em São Vicente (SP). “Não sei há quanto tempo estava abandonada, mas não pensei duas vezes”, diz.

Após o resgate, o animal foi diagnosticado com sarna e rinotraqueíte, doença que pode levar à cegueira e à perda do globo ocular, caso chegue aos olhos. “Apesar de tudo, a recuperação foi muito rápida. Em menos de três meses ela já estava melhor”, afirma.

Ângela pretendia dar lar temporário para a gata e depois doá-la, mas acabou adotando-a. “Ela é muito dócil. Me apeguei muito rápido a ela”, conta. “Tenho alguns filhotes em casa e a Boneca cuida muito deles, como se fosse a mãe felina”, finaliza.

Foto: Arquivo Pessoal

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