Cerca de 25 tartarugas são mortas por semana por redes de pesca em Vitória (ES)


Quase 20 mil metros de redes de pesca foram apreendidos em 2020 em operações de fiscalização realizada pela prefeitura em parceria com órgãos ambientais


Aproximadamente 25 tartarugas são encontradas mortas por semana por grupos de ambientalistas na cidade de Vitória, no Espírito Santo. As mortes são causadas por redes de pesca.

Foto: Reprodução/ TV Gazeta

Em 2020, quase 20 mil metros de redes foram apreendidos pela prefeitura em sete operações realizadas em parceria com órgãos ambientais. As informações são do G1.

A fiscalização, segundo o subsecretário de Meio Ambiente, Ademir Barbosa, é realizada na Baía das Tartarugas, que é uma área de proteção ambiental que começa no Porto de Tubarão e se estende até o Farol de Santa Luzia. Nesse local, a pesca é proibida.

“Nós temos uma fiscalização e uma parceria com a Polícia Militar Ambiental, Polícia Federal e Capitania dos Portos e estamos sempre na água para fazer essas operações de apreensão de redes e pescadores que estão nesse local”, explicou Barbosa.

De acordo com o ambientalista Rafael Braga, o número de tartarugas mortas é alto. Ele integra um projeto ambiental que realiza a limpeza de praias.

“A quantidade de tartarugas que a gente encontra presas a essas redes é um volume gigantesco. De três anos para cá, que a gente intensificou essa área de combate, e a gente encontra em torno de 25 tartarugas mortas por semana. Elas estão encalhadas nas praias ou presas em redes”, revelou Braga.

Foto: Reprodução/ TV Gazeta

As tartarugas que ficam presas às redes morrem afogadas. Como têm pulmões, esses animais precisam subir até a superfície para respirar e ficam impossibilitados de fazer isso por causa das redes.

Recentemente, um grupo de praticantes de canoa havaiana encontrou tartarugas, peixes e uma arraia mortos presos em uma rede entre as ilhas do Boi e do Frade.

“Foi no final de uma aula, por volta de 7h, que a gente encontrou uma tartaruga boiando e a gente decidiu parar e voltar para tentar salvar, mas ela já estava morta”, contou o professor de canoa havaiana Victor Negrão.


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