Animais na África do Sul correm risco de “poluição genética” irreversível


A poluição genética é a mistura do DNA por meio de técnicas de engenharia genética, a fim de formar diferentes espécies


Alexas Fotos/Pixabay

Animais como leões e rinocerontes  estão entre as espécies selvagens que correm risco de “poluição genética” irreversível na África do Sul, isso porque os animais estão sendo vítimas de experimentos de reprodução, segundo especialistas.

A poluição genética, que é a mistura do DNA por meio de técnicas de engenharia genética, a fim de formar diferentes espécies, está cada vez mais presente na África do Sul, incluindo algumas variedades de cores esquisitas, como a impala negra, o gnus dourado ou as gazelas brancas.

Segundo informações do site The Guardian do dia 29, o governo sul-africano está sendo criticado por permitir novos empreendimentos de manipulação genética que, de acordo com os cientistas, podem ter efeito prejudicial à vida selvagem do continente.

Um grupo de 10 cientistas e pesquisadores da fauna silvestre criticou o governo por alterar a Lei de Melhoria Animal do país no ano passado, permitindo a domesticação e o “aprimoramento genético” de pelo menos 24 espécies de fauna silvestre – incluindo animais raros e ameaçados de extinção, como rinocerontes, chitas e leões – relataram os profissionais na última edição do jornal South African Journal of Science .

Ainda segundo o site The Guardian, os pesquisadores alertam que: “O objetivo lógico dessa legislação é que teremos duas populações de cada espécie: uma selvagem e uma domesticada. As variedades domesticadas representarão uma nova ameaça de poluição genética para a vida selvagem da África do Sul que será praticamente impossível impedir ou reverter”.

Além do mais, os especialistas advertem: “Os animais, além  de serem utilizados para manipulação genética, podem ser explorados para coleta de embriões, fertilização in vitro e transferência de embriões”. Os cientistas também relatam que os animais representarão riscos ecológicos e econômicos, uma vez que será praticamente impossível manter a distinção entre espécies selvagens e domesticadas.


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