Justiça nega pedido de ONG para proibir rodeios em feira agropecuária no PR


O juiz alegou que um laudo assinado por médico veterinário não indicou irregularidades nos rodeios e que, por isso, não teria motivo para a proibição desses eventos. A ONG que entrou com a ação na Justiça, no entanto, aponta maus-tratos aos animais


A Justiça negou um pedido de uma ONG de proteção animal para proibir rodeios na Expoingá, feira agropecuária realizada em Maringá, no Paraná. A ação, que teve sentença proferida em 16 de janeiro, foi movida pela Anjos dos Animais em maio de 2013.

Foto: Pixabay

A entidade alegou que os animais sofriam maus-tratos no evento por conta do uso de cordas e esporas e pedia que, além de proibir os rodeios, quaisquer atividades que envolvessem perseguição e derrubada de animais fossem proibidas no evento.

O juiz Frederico Mendes Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, afirmou que os rodeios não seriam proibidos porque um veterinário que esteve no local não apontou irregularidades. As informações são do G1.

“Nos autos foi produzido laudo pericial assinado por médico veterinário, dando conta que toda a infraestrutura da Expoingá foi montada de forma a garantir a integridade física dos animais durante a chegada, acomodação e manejo, conforme determina a Lei”, diz a decisão judicial.

De acordo com o magistrado, “o perito constatou que os apetrechos técnicos e o arreamento utilizados nos animais não causam ferimentos aos mesmos, e observam todas as regras internacionalmente aceitas” e que “os organizadores da Expoingá zelaram prioritariamente pelo bem-estar dos animais, os quais tiveram a integridade totalmente respeitada, em conformidade com a legislação vigente”.

A feira agropecuária será realizada de 7 a 17 de maio, com rodeios nos dias 15 a 17.

Um dos advogados que defende a entidade afirmou que os membros da Anjos dos Animais irá discutir se vai recorrer da decisão.


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