Esporte Sangrento

Dois cavalos morrem um uma semana em pista de corridas elevando para 14 as mortes no ano

Aikenetta, uma égua de cinco anos, morreu na pista de Laurel Park no estado de Maryland, e no Dia de Ação de Graças (na mesma semana) Bo Vuk, um cavalo de seis anos, sofreu uma “lesão fatal” e precisou ser sacrificado

Foto: Twitter/Sandown
Foto: Twitter/Sandown

As corridas de cavalos estão expostas publicamente, à medida que o público percebe a crueldade por trás do chamado “esporte”, em que cavalos são submetidos às piores torturas para alimentar a sede humana por lucro e entretenimento.

Ativistas pelos direitos animais há muito se manifestam contra as táticas cruéis de “melhorias de desempenho”, criação (reprodução) perigosa e matança impiedosa dos animais envolvidos, mas o número crescente de mortes através do mundo é preocupante.

Na Austrália, estão em andamento investigações sobre cavalos de corrida em matadouros. Há evidências de que os cavalos não são apenas enviados para serem mortos, mas são também cruelmente abusados, torturados e moídos para serem usados em alimentos para animais (ração). E nos Estados Unidos, o número de cavalos morrendo nas pistas de corrida continua a subir.

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Em apenas alguns meses, mais de 30 cavalos morreram no Hipódromo de Santa Anita, na Califórnia (EUA). No entanto, as corridas não apenas continuam, mas também são realizados grandes eventos como a Copa dos Criadores. As mortes não estão ocorrendo apenas no local. Em apenas uma semana, dois cavalos morreram enquanto corriam no Laurel Park, em Maryland (EUA).

Aikenetta, uma égua de cinco anos, morreu em Laurel Park e no Dia de Ação de Graças (na mesma semana) Bo Vuk, um cavalo castrado de seis anos, sofreu uma “lesão fatal” e precisou ser sacrificado.

Esses dois casos elevam o total para 14 mortes de cavalos na pista de corrida apenas em Maryland este ano. Isso sem falar nos números ultrajantes do Autódromo de Santa Anita, estamos falando de definitivamente muitas mortes.

O diretor executivo da ONG Animal Wellness Action, Marty Irby, diz: “Não há desculpa para as mortes continuadas nas corridas de cavalos americanas. Nossa sociedade moderna não tolerará mais a morte desses equinos icônicos para entretenimento – essa não é a Roma Antiga, estamos em 2019”.

Para se manifestar contra a indústria das corridas de cavalos, assine esta petição que será enviada ao congresso americano pedindo que o “esporte” seja banido nos Estados Unidos. As informações são do One Green Planet em matéria de 06/12.

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