Cadela explorada para farejar drogas morre de parada cardíaca por causa de fogos


Lua tinha quatro anos de idade e morreu por causa de fogos soltos após a vitória do Flamengo contra o River Plate


Uma cadela explorada para farejar drogas morreu no sábado (23) por causa de fogos de artifício.

Foto: Divulgação/PRF-ES

O animal sofreu uma parada cardíaca devido ao estresse que sofreu por medo do barulho intenso provocado durante a soltura dos explosivos. As informações são do G1.

Lua, como era chamada, era explorada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Espírito Santo para farejar drogas.

Com quatro anos de idade, a cadela morreu durante as comemorações de torcedores do Flamengo, que venceu o River Plate em um jogo disputado no sábado.

O animal era explorado desde 2016 e fazia parte do Grupo de Cães (GOC) da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo. Em nota, a PRF afirmou que a cadela “vai deixar saudades”.

Cães explorados para farejar drogas são submetidos a treinamentos anti-naturais para que sejam forçados a obedecer comandos. Sem receber nada em troca, eles são obrigados a procurar itens ilícitos, realizando uma atividade que deveria ser executada exclusivamente pela polícia. Por frustrar a ação de criminosos, esses animais vivem em constante risco, já tendo sido registrados casos de cães ameaçados de morte por traficantes, como aconteceu em 2012 no Rio de Janeiro e em 2018 na Colômbia.

Nota da Redação: cachorros existem por propósitos próprios e não para servir aos seres humanos – assim como qualquer outro animal. Forçá-los a farejar drogas, condenando-os a viver a vida executando uma atividade anti-natural e arriscada, com o único objetivo de beneficiar as pessoas, é uma prática antiética que deve ser extinta.


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