Universidade torna obrigatória disciplina sobre mudança climática para todos os alunos


Foto: Universidade de Sheffield
Foto: Universidade de Sheffield

A Universidade de Sheffield, na Inglaterra, está introduzindo novas aulas obrigatórias de sustentabilidade em uma tentativa de enfrentar a crise causada pelas mudanças climáticas.

O presidente e vice-chanceler da universidade, Professor Koen Lamberts, anunciou a decisão durante a greve global pelo clima em setembro. A universidade incorporará a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (ESD) no currículo de todos os cursos da universidade.

Membro do prestigiado Russell Group, a Universidade de Sheffield é uma das principais universidades do mundo. “Realizamos pesquisas que realmente contribuem”, disse Lamberts em discurso na greve.

“Centenas de nossos acadêmicos e estudantes trabalham em uma enorme variedade de tópicos altamente relevantes – desde tecnologia energética, produção sustentável de alimentos, química atmosférica até mudança de política e comportamento – para dar apenas alguns exemplos”, continuou ele.

Muito além de sustentabilidade

A ideia da ESD começou como uma iniciativa das Nações Unidas e vai além de “ser verde”, diz a universidade. Ela incentiva grandes mudanças no conhecimento, habilidades, valores e atitudes para ajudar a moldar um futuro mais sustentável.

A universidade trabalhará ao lado da União dos Estudantes de Sheffield e dos representantes de cada curso para incorporar a ESD na educação de todos.

“Quer nossos estudantes se tornem médicos, engenheiros, cientistas, economistas ou historiadores, queremos que eles sejam equipados com os conhecimentos, habilidades, valores e atributos necessários para trabalhar e viver de maneira sustentável”, continuou Lamberts.

A universidade está liderando pelo exemplo. Desde 2005, reduziu suas emissões em mais de 30%. Até 2020, espera atingir sua meta de redução de 43%. Ela não detém mais participação em empresas que se dedicam à extração de combustíveis fósseis, 30% de sua frota de transporte é elétrica e incentiva os alunos a caminhar e pedalar dentro e ao redor do campus.

Seu objetivo geral é tornar-se neutra em carbono e a entidade está trabalhando em uma estratégia de sustentabilidade de cinco anos para atingir esse objetivo.

“Nosso objetivo é nos tornarmos uma das universidades de pesquisa intensiva mais sustentáveis do país”, continuou Lamberts. “Sabemos que ainda há muito trabalho a ser feito, principalmente em relação as emissões, mas estamos comprometidos em adotar uma abordagem liderada pela ciência no desenvolvimento de um plano de ação para tornarmo-nos 100% neutros em carbono”.

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