Ursa-parda mais velha do mundo morre após viver anos presa em zoo


Lucy, a ursa-parda mais velha do mundo, morreu na terça-feira (1º) no Zoológico de Goiânia, em Goiás. O animal silvestre tinha idade estimada em 42 anos. A expectativa de vida da espécie é de 17.

Foto: Zoológico de Goiânia/Divulgação

Considerada uma ursa meiga e doce, Lucy viveu aprisionada. Ela chegou, já adulta, em 1983 ao zoológico. No local, foi colocada para viver com Robson e teve vários filhotes, todos condenados a viverem presos, longe da natureza, desde o nascimento. Um deles, chamado Robinho, permanece no Zoológico de Goiânia.

A espécie a qual a ursa pertencia está ameaçada de extinção, o que é usado como justificativa pelo zoo, em nota divulgada, para manter esses animais “em zoológicos sob cuidados humanos”. A alegação, no entanto, é refutada por defensores dos direitos animais, que afirmam que reproduzir animais para preservar uma espécie sem garantir que ela tenha o direito a uma vida plena, desfrutando de seu habitat, não é o caminho correto a se seguir.

De acordo com o zoológico, a idade avançada de Lucy lhe trouxe problemas de saúde, “como artrose, pneumonias, problemas renais e cardíacos, dentre outras complicações”.

Nos últimos tempos, a ursa já não ficava mais exposta no zoológico. Em seu lugar foi colocado seu filho Robinho, que passou a ser, assim como ela no passado, tratado como um objeto a ser exposto para entreter visitantes, aprisionado atrás de grades.


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