Gatinha considerada “feia” escapa da morte e se torna estrela das redes sociais

Abandonada e sozinha, Willow estava em situação de rua quando Lori a encontrou, encantada com a gatinha, a futura tutora a levou ao veterinário e descobriu sobre sua condição rara, o que a fez amá-la ainda mais


 

Foto: Caters News Agency
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A mulher responsável por salvar a vida de uma gatinha abandonado que sofre de uma condição “semelhante à Síndrome de Down” revelou como o felino ficou famoso ao se tornar uma estrela do Instagram.

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Lori Farris, 50, professora de alunos com necessidades especiais na Flórida (EUA), encontrou Willow, agora com dois anos, andando pelas ruas com o nariz sangrando e infestada de pulgas quando a gatinha tinha apenas cinco semanas de idade.

Depois de levá-la a um veterinário para ser tratada e limpa, Lori foi avisada que caso entregasse a gatinha a um abrigo de animais, lá ela poderia ser sacrificada por não ser “bonita o suficiente”.

Foto: Caters News Agency
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A gatinha tem características físicas semelhantes aos humanos com Síndrome de Down, incluindo tônus muscular baixo no rosto e uma ponte nasal plana.

No entanto, como o número de cromossomos em gatos e humanos é diferente, é tecnicamente impossível para os gatos terem Síndrome de Down.

Lori decidiu acolher Willow, que recebeu o nome da rua em que foi encontrada, e agora vive feliz ao lado da melhor amiga canina Ella, uma cachorra da raça boxer – e possui 130 mil seguidores on-line.

Foto: Caters News Agency
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Lori disse: ‘Um dia, quando saí da casa de uma estudante, havia uma gatinha pequena e suja na porta e ela me seguiu até o meu carro.

“Levei-a para casa e a limpei porque ela tinha muitas pulgas e seu nariz sangrava”.

“Quando a levei para um veterinário da minha confiança examiná-la alguns dias depois, foi quando soube que era uma menininha de cinco semanas.

“A pobre gatinha tinha infecções oculares, pulgas e parasitas intestinais, mas no geral o veterinário disse que ela estava saudável, além da condição do rosto e da boca – que o profissional explicou tratar-se de uma Síndrome de Down felina.

Foto: Caters News Agency
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“O veterinário disse que o abrigo certamente a sacrificaria, já que ela provavelmente não seria considerada ‘bonita o suficiente para ser adotada’, então eu decidi mantê-la.”

Lori acrescentou: “Ella e Willow se deram bem desde o dia em que se conheceram”.

Quando eu trouxe Willow pela primeira vez, Ella ficou tão interessada por ela que acabou criando coragem para vir vê-la.

Willow então deu-lhe um toque e uma mordida divertida, e elas se tornaram inseparáveis desde então.

“Elas comem juntas, brincam juntas e até dormem juntas.”

Foto: Caters News Agency
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A gatinha peculiar possui 136 mil seguidores em sua página do Instagram, que consiste em grande parte em fotos de Willow com vários chapéus diferentes, geralmente feitos de flores.

Lori disse: “Willow adora usar seus diferentes chapéus de flores e seu Instagram teve uma ótima resposta a isso”.

“Acho que as pessoas gostam tanto dela porque ela é um símbolo de amor, bondade e é linda, apesar de parecer diferente dos demais gatos”.

“Eu não ligou com o fato das pessoas dizerem que ela é estranha ou diferente porque ela é, mas eu não gosto quando as pessoas a chamam de feia, retardada ou nojenta”.

“Ela é uma gatinha maravilhosa em todos os sentidos e estou tão feliz que ela esteja na minha vida”.

Foto: Caters News Agency
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