DIREITOS ANIMAIS

Justiça do RS proíbe evento no qual porcos são perseguidos por participantes

O juiz Felipe Só dos Santos Lumertz reconheceu a crueldade do evento.

Foto: Pixabay

A Justiça proibiu que o município de Araricá (RS) realizasse a “Pega do Porco na Lama” durante a Festa das Azaleias, entre os dias 20 e 25 de agosto. O juiz Felipe Só dos Santos Lumertz reconheceu a crueldade da prática e determinou multa diária de R$ 30 mil, consolidada em R$ 100 mil, caso a medida seja descumprida.

Foto: Pixabay

A ação foi ajuizada pelo Movimento Gaúcho de Defesa Animal.

O juiz lembrou que a prática “consiste na captura de porcos pelos participantes, que os perseguem em um espaço de lama demarcado” e que, mesmo que não haja sofrimento físico ao animal, pode existir sofrimento psicológico.

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“De acordo com tais laudos, firmados por médicas veterinárias, é possível que resultem, desta atividade, traumas físicos aos animais, inclusive fraturas, e sofrimento psicológico, com desenvolvimento de mecanismo de fuga, gerando alto nível de estresse no animal (fl. 58)”, afirmou o magistrado.

Diante disso, o juiz determinou que o município “se abstenha de promover a prática da atividade denominada “Pega do Porco na Lama””.


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