Ativistas perdem batalha judicial contra zoo pela libertação de elefantes


Ativistas em defesa dos direitos animais perderam batalha judicial na última sexta-feira (16). A luta era travada para libertar três elefantes de um zoológico em Connecticut, nos Estados Unidos.

Um elefante em um zoológico
Imagem ilustrativa| Foto: zoológico de São Paulo

Três juízes do Tribunal Apelativo de Connecticut rejeitaram em primeira instância a petição apresentada pela organização Projeto de Direitos Não-Humanos, que pedia um habeas corpus para os elefantes.

A organização alega que os animais – Beulah, Minnie e Karen – estão sendo mantidos no Zoológico Commerford sob condições precárias e deseja que eles sejam transferidos para um santuário, onde poderão aproveitar a liberdade. A ONG também argumentou que os elefantes são animais extremamente inteligentes e possuem personalidade, o que daria a eles o mesmo direito de liberdade que os seres humanos.

Os juízes determinaram que a organização não tem legitimidade para apresentar ações legais em favor dos elefantes. A juíza Christine Keller também declarou que permitir que uma lei de habeas corpus seja usada para elefantes exigiria que todo o sistema legal do estado fosse derrubado.

Steven Wise, presidente do Projeto de Direitos Não-Humanos, afirmou que a organização planeja recorrer à decisão. “É por amor a Beulah, Karen e Minnie que lamentamos a falha do tribunal em confrontar a injustiça e falta de direitos dos elefantes”, declarou ele. “É por causa disso que eles continuam aprisionados e explorados no Zoológico de Commerford”, continuou.

No processo, a ONG argumentou que os elefantes são seres autônomos que vivem vidas emocional, intelectual e socialmente complexas e que possuem habilidades necessárias para receber o direito de liberdade.


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