Aumenta em 469% o interesse dos consumidores britânicos na alimentação vegana


Os consumidores britânicos estão mais curiosos sobre o veganismo do que nunca. Uma nova pesquisa revelou um aumento de 469% no número de pessoas interessadas em estilos de vida livres de crueldade.

O Ceuta Group, uma empresa de serviços que mapeia marcas e consumidores, reuniu dados do Google para descobrir que o número de britânicos pesquisando produtos veganos cresceu 469%. O Ceuta Group também descobriu que o Reino Unido é o quarto maior país europeu para aqueles que procuram alimentos e bebidas à base de vegetais e produtos de saúde e cuidados pessoais sem crueldade, precedidos pela Holanda, Grécia e Portugal.

Por que as pessoas estão se tornando veganas?

Embora o bem-estar animal tenha sido há muito tempo um motivador para aqueles que abandonam produtos de origem animal – sendo esta a principal razão pela qual 79 mil consumidores de carne participaram no Veganuary no ano passado – as preocupações com saúde e meio ambiente estão agora liderando os motivos de mudança entre os britânicos.

O Ceuta Group descobriu um aumento de 159% no número de pessoas pesquisando o impacto ambiental de uma vida vegana. A agropecuária é uma das principais causas do uso (e exaustão) da terra, da água, poluição, extinção de espécies e emissões de gases de efeito estufa.

A análise mais abrangente do impacto da agropecuária no planeta revelou que os alimentos à base de vegetais são a escolha mais eficaz para combater as mudanças climáticas. O pesquisador da Universidade de Oxford e autor do estudo, Joseph Poore, disse que a adoção de uma alimentação vegana é “a melhor maneira de reduzir seu impacto no planeta Terra”.

A pesquisa do Ceuta Group descobriu que o número de britânicos explorando os benefícios de saúde do veganismo aumentou em 61%, tornando-se o segundo motivo mais popular entre a população para abandonar os produtos de origem animal. Pesquisas sobre o veganismo e o bem-estar animal tiveram um aumento de 30%.

Ficar à frente da curva

O Grupo Ceuta, desde então, tem motivado as empresas a expandir a sua gama de produtos para acompanhar as mudanças nas preferências dos consumidores.

Annette D’Abreo, diretora do Grupo Ceuta, disse a Bdaily: “Os consumidores estão prestando mais atenção ao que colocam sobre seus corpos e dentro de em seus corpos quando pensam em saúde, beleza, comida e bebida. Essa mudança sísmica está forçando os donos de marcas a pensar de maneira diferente ”.

“A sustentabilidade, os ingredientes de origem ética, a redução de plástico e a pegada de carbono são temas importantes para as marcas e as escolhas mais saudáveis estão agora na vanguarda das mentes dos compradores”, continuou D’Abreo. Ela acrescentou que é responsabilidade dos varejistas “ficar à frente da curva”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 


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