Levantamento conclui que 6 em cada 10 pessoas consideram cão como filho


Seis em cada dez pessoas consideram seus cachorros como filhos, segundo um levantamento feito pela DogHero, que ouviu mais de 700 pessoas. A empresa perguntou “qual é a frase que melhor descreve sua relação com seu cachorro?” e 28% respondeu que o cão é “como se fosse parte da família”, 4% disseram que ele era apenas “um cachorro” e 2% assinalaram a opção “outro”.

Foto: Pixabay

A lhasa apso Maria Eduarda, de 3 anos, é tratada como uma filha por Ariça Cristiane dos Santos e teve papel fundamental na superação de um quadro de depressão que a tutora enfrentou. As informações são do portal Bonde.

“Tento agradá-la ao máximo e me preocupo muito com o bem-estar dela. Ela me tirou do fundo do poço e tem me dado alegria em viver”, afirma Ariça, que tutela também Zeus, lhasa apso de 6 meses. “Até minha sogra que não gostava de cachorros agora diz que tem netos de quatro patas”, completa.

Camila Nunes, uma das pessoas entrevistadas pelo levantamento, tutela dois yorkshires: Gru, de 5 anos, e Amora, de 2 anos, que foi colocada para adoção por outra família após desenvolver uma doença de pele. “Eu nunca tive filhos humanos, mas a preocupação, a tensão e o cuidado que eu tive com a Amora no período do tratamento dela só me mostraram o quanto ela significa pra mim. É um membro da minha família. Alguém por quem eu tenho um amor incondicional”, afirma.

Fernanda Muniz, tutora da golden retriever Melissa, de 5 anos, e de Handel, um cão sem raça definida, que tem 3 anos, também os considera parte da família. “A Mel sempre foi minha companheira e chegou na minha vida no momento em que eu mais precisava. O Handel veio depois, mas logo também se tornou meu filho. Eles são nossos filhotes, nossos companheiros para tudo: estão com a gente no dia a dia da casa e até nas nossas viagens. Verdadeiros membro da família. Além disso, têm uma verdadeira relação de irmãos, grudados mesmos. Até comer e beber eles fazem juntos”, conta.

Camila Yoshida sempre teve cães. Quando saiu de casa para morar sozinha, não conseguiu ficar mais do que três meses sem a companhia de um cachorro. Hoje, ela vive com a Brisa, uma bull terrier de 11 meses. “O nosso amor uma pela outra foi instantâneo. Eu sentei no sofá do lugar e ela veio correndo para o meu colo. Ela me escolheu”, afirma. “Até pouco tempo atrás, ela dormia na cama comigo. Só parou porque cresceu bastante. Eu sou super apaixonada por ela, bem mãezona mesmo, por isso, sofro de saudade quando estou longe. Tenho sorte de trabalhar em um ambiente pet friendly, que permite que eu a leve comigo algumas vezes na semana”, completa.


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